Se há coisa que detesto é sentir-me mal comigo mesmo quando algo não esta bem, não me refiro a problemas físicos mas sim psicológicos, o que acontece, há dias em que sinto que me falta algo, é um vazio interior que me faz ficar em baixo.
Ultimamente isso acontecia-me em dois dias da semana, não sei porque mas parecia que nesses dois dias eu não tinha um propósito para fazer algo que fazia, era complicado gerir essas emoções, ficava mesmo triste e desanimado como se não tivesse um motivo para fazer algo, mas isso mudou, agora já não tenho o mesmo sentimento, essa ausência desapareceu, deu lugar a um sentimento completamente oposto, o de superioridade em relação a todos os problemas que tenho para ultrapassar, uma das razões que ajudou a ultrapassar aquela fase mais difícil foi o tempo, o passar do tempo faz-nos perceber muitas coisas, e faz esquecer tudo, a outra razão foi o facto de neste momento eu me sentir psicologicamente mais forte e preparado do que antes estava, agora poucas coisas me afectam e as que afectam já não me deixam triste, ultrapassei a fase difícil, e praticamente sozinho, houve alturas que foi muito difícil, mas agora sinto-me diferente.
Uma coisa boa que me trouxe esta ultima fase pelo qual passei foi o facto de eu renascer, por muito que eu tenha mudado por necessidade, agora renasci, e tornei-me a pessoa que era antigamente, posso não ser a melhor pessoa do mundo, mas agora sou egoísta e penso em mim, chegou para mim transformar-me em algo que não era para satisfazer outros, tinha-me tornado uma pessoa altruísta e de que me serviu? Nada porque os agradecimentos não foram nenhuns, agora que tenho uma vida posso pensar só em mim e é isso que vou fazer, sei que poderei magoar algumas pessoas mas não estou disposto, neste momento, a voltar a um ponto onde já me encontrei sem ter certezas de que vou ter ganhos com isso.
Posso tornar-me uma pessoa menos boa do que sou, mas irá ser agora o meu escudo de defesa, para não voltar a ter os problemas que tive agora, se há coisa que me entristece mais é entregar-me a algo como o fiz e no fim ficar com o sentimento de arrependimento.
31 janeiro, 2010
Escolhas
Uma das coisas que só me apercebi á bem pouco tempo foi o facto de ter deixado algo de parte, numa fase da minha vida deixei de dar importância a algo que nunca o devemos fazer, estou arrependido pois isso custou-me algumas alegrias.
A culpa não foi de mais ninguém a não ser minha, isto aconteceu pelo simples facto de eu não saber lidar com estas situações, o que acontece é que há uma coisa em nós que por mais que queiramos não podemos mudar, nunca mas nunca essa ligação vai deixar de existir, o máximo que pode acontecer é tornarmos essa ligação mais fraca, foi o que me aconteceu, por infantilidade minha tornei essa ligação numa escolha secundária quando não o devia ter feito, agora que me apercebo disso arrependo-me porque é agora, quando mais preciso que vejo qual das ligações é a mais forte e sem duvida que existe uma que está acima de tudo.
Posso dizer que apesar do meu erro agora sei o que devo fazer, e não vou voltar a faze-lo porque agora que preciso só tenho uma dessas escolhas, aquela que eu deixei para trás, porque a outra ligação não foi forte o suficiente para resultar numa boa escolha.
A ligação de que realmente falo e que ninguém pode negar, é a família, por muito que queiramos não há ninguém que consiga desligar, por isso temos de viver com isso, e quando essa ligação é forte, vale mesmo a pena, porque como já disse á algum tempo, o que não me mata torna-me mais forte, e agora que não morri, esta ligação está mais forte ainda mais do que estava antes da minha escolha, por isso me arrependo de tê-la feito, ou melhor, não me arrependo de não a ter feito mas sim da razão pela qual a fiz, porque se a razão fosse realmente importante como eu pensei na altura eu não teria chegado a este ponto, e consecutivamente a esta conclusão, por isso por um lado foi mau mas por outro foi bom.
Não gosto de me arrepender das escolhas que faço e acho que verdadeiramente nunca o fiz mas neste caso parece-me a conclusão é que fiz mesmo mal a minha escolha, não totalmente mas no pormenor de que a família deveria ter sido sempre a minha primeira escolha, e não a segunda, porque agora eu tenho de agradecer á minha família o apoio que me dão sem em mostrar que preciso, além disso eu tenho a melhor família do mundo, a minha…
A culpa não foi de mais ninguém a não ser minha, isto aconteceu pelo simples facto de eu não saber lidar com estas situações, o que acontece é que há uma coisa em nós que por mais que queiramos não podemos mudar, nunca mas nunca essa ligação vai deixar de existir, o máximo que pode acontecer é tornarmos essa ligação mais fraca, foi o que me aconteceu, por infantilidade minha tornei essa ligação numa escolha secundária quando não o devia ter feito, agora que me apercebo disso arrependo-me porque é agora, quando mais preciso que vejo qual das ligações é a mais forte e sem duvida que existe uma que está acima de tudo.
Posso dizer que apesar do meu erro agora sei o que devo fazer, e não vou voltar a faze-lo porque agora que preciso só tenho uma dessas escolhas, aquela que eu deixei para trás, porque a outra ligação não foi forte o suficiente para resultar numa boa escolha.
A ligação de que realmente falo e que ninguém pode negar, é a família, por muito que queiramos não há ninguém que consiga desligar, por isso temos de viver com isso, e quando essa ligação é forte, vale mesmo a pena, porque como já disse á algum tempo, o que não me mata torna-me mais forte, e agora que não morri, esta ligação está mais forte ainda mais do que estava antes da minha escolha, por isso me arrependo de tê-la feito, ou melhor, não me arrependo de não a ter feito mas sim da razão pela qual a fiz, porque se a razão fosse realmente importante como eu pensei na altura eu não teria chegado a este ponto, e consecutivamente a esta conclusão, por isso por um lado foi mau mas por outro foi bom.
Não gosto de me arrepender das escolhas que faço e acho que verdadeiramente nunca o fiz mas neste caso parece-me a conclusão é que fiz mesmo mal a minha escolha, não totalmente mas no pormenor de que a família deveria ter sido sempre a minha primeira escolha, e não a segunda, porque agora eu tenho de agradecer á minha família o apoio que me dão sem em mostrar que preciso, além disso eu tenho a melhor família do mundo, a minha…
29 janeiro, 2010
Ignorância
Se há coisas que me irritam profundamente é o facto de ser ignorado, tal como um micróbio, durante algum tempo isto aconteceu, por isso agora sei como as pessoas se sentem e estou a vontade para falar deste tema.
Uma das coisas que nos levanta a auto-estima é termos amigos que nos apoiam e que nos dão atenção, quando isso não acontece ficamos tristes e desanimados, funciona assim para toda a gente, não acredito que haja alguém que goste de ser ignorado, o que me fez escrever hoje foi uma retrospectiva que fiz hoje sobre alguns momentos da minha vida, no qual me lembrei destes pequenos incidentes e do quanto estes me irritavam.
A ignorância pode ser deprimente e há pessoas que não tem noção do que este sentimento significa, talvez porque nunca o sentiram ou não o sentiram da mesma forma, devo dizer que foi das coisas que até hoje me deixou mais triste, muito triste.
O que aconteceu foi á bem pouco tempo, quando alguém me começou a ignorar, algo que ate aquele momento era para mim um mar de rosas passou a transformar-se num mar de incertezas, duvidas e tristeza, em algumas vezes tentei que isso não acontecesse, mas como sempre, quando as coisas tem de acontecer acontecem mesmo, portanto esse sentimento foi se tornando uma rotina até um ponto insuportável. O que aconteceu a seguir foi mais do mesmo mas com uma ligeira diferença, a adição de uma dose de superioridade, mas com uma resposta diferente e com um resultado diferente, resultado esse que agora se materializa em textos como o que agora escrevo.
Continuo com um sentimento tristeza e mágoa por ter sido tratado dessa maneira, mas agora tenho uma razão para escrever, e sobre algo que me aconteceu, e com o qual aprendi, era bom poder acabar com esses sentimentos dos quais não gostamos, mas é algo que não depende de nós, no que depender de mim, mantenho a frase, “se não gostas que te façam, não o faças aos outros”. O sentimento que acompanha esta tristeza pelo que aconteceu, é a revolta pelo facto das pessoas que o fazem não terem a noção do que realmente fazem e não fazerem nada contra isso.
Uma das coisas que nos levanta a auto-estima é termos amigos que nos apoiam e que nos dão atenção, quando isso não acontece ficamos tristes e desanimados, funciona assim para toda a gente, não acredito que haja alguém que goste de ser ignorado, o que me fez escrever hoje foi uma retrospectiva que fiz hoje sobre alguns momentos da minha vida, no qual me lembrei destes pequenos incidentes e do quanto estes me irritavam.
A ignorância pode ser deprimente e há pessoas que não tem noção do que este sentimento significa, talvez porque nunca o sentiram ou não o sentiram da mesma forma, devo dizer que foi das coisas que até hoje me deixou mais triste, muito triste.
O que aconteceu foi á bem pouco tempo, quando alguém me começou a ignorar, algo que ate aquele momento era para mim um mar de rosas passou a transformar-se num mar de incertezas, duvidas e tristeza, em algumas vezes tentei que isso não acontecesse, mas como sempre, quando as coisas tem de acontecer acontecem mesmo, portanto esse sentimento foi se tornando uma rotina até um ponto insuportável. O que aconteceu a seguir foi mais do mesmo mas com uma ligeira diferença, a adição de uma dose de superioridade, mas com uma resposta diferente e com um resultado diferente, resultado esse que agora se materializa em textos como o que agora escrevo.
Continuo com um sentimento tristeza e mágoa por ter sido tratado dessa maneira, mas agora tenho uma razão para escrever, e sobre algo que me aconteceu, e com o qual aprendi, era bom poder acabar com esses sentimentos dos quais não gostamos, mas é algo que não depende de nós, no que depender de mim, mantenho a frase, “se não gostas que te façam, não o faças aos outros”. O sentimento que acompanha esta tristeza pelo que aconteceu, é a revolta pelo facto das pessoas que o fazem não terem a noção do que realmente fazem e não fazerem nada contra isso.
28 janeiro, 2010
Estado de Espirito
O nosso estado de espírito é algo que nos caracteriza, é difícil estabelecermos um perfil real sobre a maneira de vivermos, pois este estado de espírito varia com muitos factores, como o acordar quando se sonha, dormir tempo a menos, o clima, irritarmo-nos logo de manha, a maneira como acordamos, todas as pessoas são diferentes e por isso o estes factores também são.
Eu costumo ter um bom acordar, sou por natureza uma pessoa muito bem-disposta, e os factores de que falai a pouco não interferem muito no meu estado de espírito, mas há um que é sem dúvida fundamental, quando algo na minha vida não corre bem, acordo muito mal disposto, é algo que não controlo e que deveria, mas não é fácil quando esse problema não depende de mim, á alguns tempos atrás eu acordava muitas vezes assim, como se eu tivesse culpa das decisões de outras pessoas.
Agora acordo com um sorriso de orelha a orelha ando sempre bem-disposto, porque agora apesar de não andar no pais das maravilha, não dependo das decisões de ninguém para me alegrar, basta ter vontade de resolver os problemas para que estes se resolvam, não adianta andar mal-humorado ou triste com a vida, quando algo nos afecta, o melhor é mesmo levantar a cabeça e fazer algo para mudar o que está mal.
Eu costumo ter um bom acordar, sou por natureza uma pessoa muito bem-disposta, e os factores de que falai a pouco não interferem muito no meu estado de espírito, mas há um que é sem dúvida fundamental, quando algo na minha vida não corre bem, acordo muito mal disposto, é algo que não controlo e que deveria, mas não é fácil quando esse problema não depende de mim, á alguns tempos atrás eu acordava muitas vezes assim, como se eu tivesse culpa das decisões de outras pessoas.
Agora acordo com um sorriso de orelha a orelha ando sempre bem-disposto, porque agora apesar de não andar no pais das maravilha, não dependo das decisões de ninguém para me alegrar, basta ter vontade de resolver os problemas para que estes se resolvam, não adianta andar mal-humorado ou triste com a vida, quando algo nos afecta, o melhor é mesmo levantar a cabeça e fazer algo para mudar o que está mal.
27 janeiro, 2010
Tempo
O tempo, esta palavra é complicada, parece simples, mas não o é, o tempo é algo que todos temos, mas que mesmo assim ainda queremos mais, e muitas vezes para nada, apenas para dormirmos, uma perda de tempo, o tempo é algo que deve ser aproveitado, as horas do dia são as mais rentáveis, é nessa altura em que aprendemos mais, não é que não saiba bem passar algumas horas a dormir sem mexer nem um dedinho do pé, mas para quê, o que se aprende a dormir? Nada digo eu, por isso é que defendo a teoria de que apenas necessitamos de dormir as horas suficientes ao nosso corpo descansar, e não pensem que vocês precisam de muitas horas, isso parte do vosso habito, acreditem que quanto mais dormirem mais vontade vão ter de o fazer, é não posso dizer que durmo muito porque a verdade é que não durmo, durmo o suficiente para descansar, isto partiu do meu habito, a necessidade de dormir pouco em certas alturas obrigou-me a habituar-me a isso, na verdade sinto-me muito mais confortável agora, tenho muito mais tempo para aprender, para fazer a minhas coisas e para passar com os amigos.
O que me levou a escrever sobre o tempo foi o facto de o tempo, nesta ultima fase da minha vida, passar muito depressa, o facto de eu estar entretido a fazer aquilo que gosto, torna a contagem mais veloz, por vezes nem dou conta do tempo que passa, o que é bom. Por outro lado o facto de ter tanto que fazer ocupa-me todo o meu tempo quase nem tenho cinco minutos para pensar.
O tempo passa muito rápido é necessário darmos-lhe o devido valor, aproveitar quando somos jovens, ser responsáveis quando estamos a crescer, divertirmo-nos quando formos adultos, e rirmo-nos do que fizemos quando somos velhos, é assim que quero pensar na minha vida, viver todos os momentos possíveis para tornar esse tempo bem passado e quando chegar a altura de reflectir admitir que fiz tudo aquilo que tinha de fazer em cada momento.
O tempo de vida que temos depende do valor que lhe damos, e a vida sem bons momentos não é uma vida muito vivida.
O que me levou a escrever sobre o tempo foi o facto de o tempo, nesta ultima fase da minha vida, passar muito depressa, o facto de eu estar entretido a fazer aquilo que gosto, torna a contagem mais veloz, por vezes nem dou conta do tempo que passa, o que é bom. Por outro lado o facto de ter tanto que fazer ocupa-me todo o meu tempo quase nem tenho cinco minutos para pensar.
O tempo passa muito rápido é necessário darmos-lhe o devido valor, aproveitar quando somos jovens, ser responsáveis quando estamos a crescer, divertirmo-nos quando formos adultos, e rirmo-nos do que fizemos quando somos velhos, é assim que quero pensar na minha vida, viver todos os momentos possíveis para tornar esse tempo bem passado e quando chegar a altura de reflectir admitir que fiz tudo aquilo que tinha de fazer em cada momento.
O tempo de vida que temos depende do valor que lhe damos, e a vida sem bons momentos não é uma vida muito vivida.
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