Quando era pequeno tinha muitos sonhos, sonhava vir a ser, sonhava fazer, sonhava ter, e todos sonhamos, mas poucos o concretizam, uma vez sonhei algo, e concretizei isso, na verdade fiz por concretizá-lo, foi bom e foi como eu sonhei, não foi o sonho que se tornou realidade, mas sim eu que o fiz tornar, não há coincidências mas sim oportunidades, se sonhamos com algo é porque isso tem de ser feito, se temos sonhos, estes tem de ser realizados, mas não basta sonhar e ficar é espera que estes aconteçam, não, temos de fazer com que eles aconteçam.
Seja a nível profissional, sentimental ou material, nós somos capazes de tudo, só necessitamos de esforço e determinação, não existe acasos e quando queremos algo temos de fazer por merece-lo.
Quando somos crianças é fácil sonhar porque não temos a noção do que as coisas custam a concretizar, mas enquanto vamos crescendo vamo-nos apercebendo que é muito fácil sonhar, mas que o verdadeiro sacrifício está em realizá-lo.
Quando crescemos os nossos sonhos mudam e tornam-se mais difíceis de concretizar, mas não impossíveis, tudo é possível desde que queiramos.
Uma vez tive um sonho, não foi normal esse sonho, mas ao acordar estava diferente, tinha o sentimento de que esse sonho tinha de se concretizar, fiz por isso, concretizei-o, não foi fácil, nada fácil, houve muitos entraves mas concretizou-se, ainda hoje mesmo depois de esse sonho se ter realizado e de eu não necessitar dessa utopia foi o melhor sonho que tive, foi aquele pelo qual eu mais lutei e aquele que mais me transformou.
Se soubesse tudo o que sei agora voltaria a querer transformar esse sonho em realidade, porque os sonhos são algo que nos dão força, alegria e sobretudo lições de vida, é por isso que tudo aquilo com que sonho, seja acordado ou durante o sono, merece a minha atenção e sempre determinação para realizar.
Quando um sonho se torna realidade perdemos interesse nele, mas quando este é mesmo especial é impossível esquece-lo, e nunca vou esquecer os meus sonhos, as minhas realidades as minhas lutas e vou continuar nesta filosofia, porque para mim sonhar é viver, e viver os sonhos é o meu sonho, sou tudo aquilo que sonho ser e serei aquilo que sonharei.
Tenho um sonho muito importante para realizar do qual não vou desistir enquanto não for realidade, e muito menos quando se tornar, é um sonho que venho guardando á muito tempo mas que está na altura de acordar e faze-lo uma realidade…
Sempre foi um sonhador desde pequeno, mas também um lutador por isso este meu sonho será uma realidade.
O meu maior sonho foi vivido como tal e mereceu cada minuto que sonhei.
07 fevereiro, 2010
05 fevereiro, 2010
Culpa
Hoje tenho uma nova teoria, a da culpa… Ninguém gosta de ter culpa de nada, e o que acontece é atribuirmos a culpa aos outros, é muito mais fácil do que tentar resolver o mal que fizemos.
No entanto um dia tive alguém que me alertou para isso, desde então tenho isso na minha cabeça e acho que depois desse momento culpo-me muito mais, a verdade é que toda a gente erra, só temos de saber quando admitir que o fizemos.
Acredito que noventa por cento das coisas com que reclamo são culpa minha, a minha posição quanto a este tema é que até podemos não ter a total das culpas mas se temos o mínimo ligação com esse mesmo resultado, então, somos tão culpados como o suposto verdadeiro culpado.
Um bom exemplo disto é a nossa vida, como tenho vindo a falar, a nossa vida é feita de escolhas, essas escolhas se não forem bem ponderadas resultaram em algo trágico, e consequente culpa, o que é muito comum acontecer é culparmos alguém pelas nossas escolhas erradas, isso não está correcto, porque se a vida é nossa tudo o que dela resulta também é da nossa responsabilidade, seja bom ou mau.
Desde que abordei este problema de maneira diferente tenho pensado muito mais naquilo que faço, para avaliar bem as consequências, só assim podemos ser responsáveis e admitir as nossas falhas.
Como toda a gente eu falho, mas o problema não está na falha mas sim no admitir, e admitir pressupõe, resolver o que está mal. Se todos nós pensássemos mais nos nossos erros em vez de culparmos alguém por eles não perderíamos tantas coisas como perdemos.
Eu assumo que na minha vida cem por cento daquilo que me acontece é culpa minha, não que seja totalmente minha mas maioritariamente sim, culpo-me por algumas coisas que fiz e orgulho-me de outras, tenho pena que nem toda a gente pense assim, porque uma das mais frequentes consequências de não admitirmos a culpa é perdermos algo que nos é importante, isso não é bom, muito pelo contrário, por isso é que temos de pensar muito bem neste assunto.
Para alem das pessoas não pensarem desta maneira em relação á culpa há um outro factor que resulta em perda, o orgulho, por vezes este orgulho torna-se tão estúpido que mesmo que saibamos que erramos nunca o vamos admitir, uma estupidez visto que o orgulho é uma palavra e não nos dá nem nos tira nada, apenas é um rotulo que nos impõe.
Gostava tanto que esse orgulho desaparecesse, tenho a certeza que iria ser muito mais feliz.
No entanto um dia tive alguém que me alertou para isso, desde então tenho isso na minha cabeça e acho que depois desse momento culpo-me muito mais, a verdade é que toda a gente erra, só temos de saber quando admitir que o fizemos.
Acredito que noventa por cento das coisas com que reclamo são culpa minha, a minha posição quanto a este tema é que até podemos não ter a total das culpas mas se temos o mínimo ligação com esse mesmo resultado, então, somos tão culpados como o suposto verdadeiro culpado.
Um bom exemplo disto é a nossa vida, como tenho vindo a falar, a nossa vida é feita de escolhas, essas escolhas se não forem bem ponderadas resultaram em algo trágico, e consequente culpa, o que é muito comum acontecer é culparmos alguém pelas nossas escolhas erradas, isso não está correcto, porque se a vida é nossa tudo o que dela resulta também é da nossa responsabilidade, seja bom ou mau.
Desde que abordei este problema de maneira diferente tenho pensado muito mais naquilo que faço, para avaliar bem as consequências, só assim podemos ser responsáveis e admitir as nossas falhas.
Como toda a gente eu falho, mas o problema não está na falha mas sim no admitir, e admitir pressupõe, resolver o que está mal. Se todos nós pensássemos mais nos nossos erros em vez de culparmos alguém por eles não perderíamos tantas coisas como perdemos.
Eu assumo que na minha vida cem por cento daquilo que me acontece é culpa minha, não que seja totalmente minha mas maioritariamente sim, culpo-me por algumas coisas que fiz e orgulho-me de outras, tenho pena que nem toda a gente pense assim, porque uma das mais frequentes consequências de não admitirmos a culpa é perdermos algo que nos é importante, isso não é bom, muito pelo contrário, por isso é que temos de pensar muito bem neste assunto.
Para alem das pessoas não pensarem desta maneira em relação á culpa há um outro factor que resulta em perda, o orgulho, por vezes este orgulho torna-se tão estúpido que mesmo que saibamos que erramos nunca o vamos admitir, uma estupidez visto que o orgulho é uma palavra e não nos dá nem nos tira nada, apenas é um rotulo que nos impõe.
Gostava tanto que esse orgulho desaparecesse, tenho a certeza que iria ser muito mais feliz.
04 fevereiro, 2010
Duvidas vs Certezas
Duvidas? Dizem que todos temos, concordo em certa parte mas há alturas em que eu não tenho, o estado em que me encontro é uma dessas alturas.
Pode parecer convencido, ou mesmo excesso de confiança mas a verdade é que me sinto mesmo assim, como se nada me abala-se e que consigo fazer tudo, e é esse tudo que eu quero fazer.
Tenho as minhas certezas, sei o que tenho de fazer e tenho os meus objectivos, que vou cumprir como todos aqueles que cumpri até agora, não há nada que me faça mudar de ideias. Durante muito tempo eu vivi uma vida que não era a minha, fugindo de escolhas que queria fazer, tudo com um motivo e com um objectivo, tudo isso valeu a pena, mas tudo o que vale, vale apenas quando existe, portanto agora é altura de mudar de objectivos, de vontades e de atitudes, aumentar o nível de dificuldade e ir ao limite, saber até onde posso chegar, tenho uma vida pela frente e um objectivo duro de cumprir, é por este que me vou bater todos os dias, não tenho duvidas que vou ter de abdicar de muita coisa, mas sei também que é isto que quero e por muito que me vá fazer sofrer e fazer os outros, nada me mobilizará, estou determinado e não há volta a dar, a vida é feita de escolhas, a ultima das quais na minha vida foi feita por outrem, foi a ultima vez, tudo o que passar daqui para a frente será por escolha minha, assim as consequências serão apenas para mim.
Não é fácil fazer grandes decisões com alguma antecedência, mas um dos meus lemas de vida sempre foi: “desistir é para fracos”, nunca fiz parte desse grupo e não tenho intenções de o fazer, não fujo das minhas escolhas e muito menos dos meus problemas, até ao ponto de viragem ainda falta muito e até lá vão me surgir muitos problemas, mas estou preparado, e quando esse dia chegar vou estar ainda mais convicto, e com uma certeza. Eu posso fazer tudo o que quero!
A minha vida mudou muito nestes últimos tempos e ainda faço parte de duas vidas, uma passada na qual estou preso a um sentimento, e uma outra, a do presente em que me apoio nas certezas que tenho, sendo a minha principal certeza a de que nunca mais vou voltar ao passado, aguas passadas não movem moinhos.
Vivo agora na certeza de que faço as minhas escolhas.
Pode parecer convencido, ou mesmo excesso de confiança mas a verdade é que me sinto mesmo assim, como se nada me abala-se e que consigo fazer tudo, e é esse tudo que eu quero fazer.
Tenho as minhas certezas, sei o que tenho de fazer e tenho os meus objectivos, que vou cumprir como todos aqueles que cumpri até agora, não há nada que me faça mudar de ideias. Durante muito tempo eu vivi uma vida que não era a minha, fugindo de escolhas que queria fazer, tudo com um motivo e com um objectivo, tudo isso valeu a pena, mas tudo o que vale, vale apenas quando existe, portanto agora é altura de mudar de objectivos, de vontades e de atitudes, aumentar o nível de dificuldade e ir ao limite, saber até onde posso chegar, tenho uma vida pela frente e um objectivo duro de cumprir, é por este que me vou bater todos os dias, não tenho duvidas que vou ter de abdicar de muita coisa, mas sei também que é isto que quero e por muito que me vá fazer sofrer e fazer os outros, nada me mobilizará, estou determinado e não há volta a dar, a vida é feita de escolhas, a ultima das quais na minha vida foi feita por outrem, foi a ultima vez, tudo o que passar daqui para a frente será por escolha minha, assim as consequências serão apenas para mim.
Não é fácil fazer grandes decisões com alguma antecedência, mas um dos meus lemas de vida sempre foi: “desistir é para fracos”, nunca fiz parte desse grupo e não tenho intenções de o fazer, não fujo das minhas escolhas e muito menos dos meus problemas, até ao ponto de viragem ainda falta muito e até lá vão me surgir muitos problemas, mas estou preparado, e quando esse dia chegar vou estar ainda mais convicto, e com uma certeza. Eu posso fazer tudo o que quero!
A minha vida mudou muito nestes últimos tempos e ainda faço parte de duas vidas, uma passada na qual estou preso a um sentimento, e uma outra, a do presente em que me apoio nas certezas que tenho, sendo a minha principal certeza a de que nunca mais vou voltar ao passado, aguas passadas não movem moinhos.
Vivo agora na certeza de que faço as minhas escolhas.
03 fevereiro, 2010
Eu
Tive uma conversa hoje baseada em experiencias, algo que todos temos mas que todas são diferentes, o que acontece.
Estes últimos dias transformei-me, tornei-me uma pessoa diferente, sabe bem, deixar de fazer o que fazia, deixar de lado coisas supérfluas e sem valor, deixar de lado tudo e todos onde o que existe é apenas o eu, é verdade, eu tornei-me numa pessoa assim, não foi de um dia para o outro, mas sim um renascer de alguém que á muito estava escondido, eu sempre foi assim mas por força de circunstancias tive de mudar, agora que o estado é diferente voltei a ser quem era, a pensar a agir como antes, sei que não foi uma mudança para melhor, até porque era quase impossível, mas o facto de não ter agradecimentos pela mudança trouxe-me um sentimento de que a mudança de nada serviu, então se é verdade que em equipa que ganha não se mexe, o contrario também se aplica, e eu cheguei a conclusão que nos meus tempos passados era muito mais eu do que sou agora, conclusão, á que tornar-me nessa pessoa.
A mudança não foi para melhor, bem, para aqueles que me rodeiam não foi, porque agora sou aquela pessoa egoísta, arrogante, insensível e acima de tudo convencida, em que a única opinião que conta é a minha, e não foi porque agora estou muito mais egoísta, penso apenas em mim e não estou disposto a abdicar de nada por ninguém.
Para a minha pessoa a mudança não podia ser melhor, tenho todo o tempo do mundo, nada nem ninguém me afecta, não penso em mais ninguém, faço tudo aquilo que quero e digo tudo aquilo que quero, sou uma pessoa mais comunicativa mas menos cooperante.
Não tenho culpa que tenha chegado a isto, se a sociedade onde vivo não pensasse desta forma eu teria recebido agradecimentos até pelas mínimas coisas que fiz, como isso não aconteceu eu chego a conclusão que ninguém mas ninguém me merece como eu era, e quando assim é só há uma maneira de mudar, deixa-se de ajudar, assim não se recebe agradecimentos mas também não se faz por merece-los. É triste chegar a este ponto mas culpo os outros, aqueles que não me souberam dar valor.
E agradeço-lhe porque agora sou apenas eu.
Estes últimos dias transformei-me, tornei-me uma pessoa diferente, sabe bem, deixar de fazer o que fazia, deixar de lado coisas supérfluas e sem valor, deixar de lado tudo e todos onde o que existe é apenas o eu, é verdade, eu tornei-me numa pessoa assim, não foi de um dia para o outro, mas sim um renascer de alguém que á muito estava escondido, eu sempre foi assim mas por força de circunstancias tive de mudar, agora que o estado é diferente voltei a ser quem era, a pensar a agir como antes, sei que não foi uma mudança para melhor, até porque era quase impossível, mas o facto de não ter agradecimentos pela mudança trouxe-me um sentimento de que a mudança de nada serviu, então se é verdade que em equipa que ganha não se mexe, o contrario também se aplica, e eu cheguei a conclusão que nos meus tempos passados era muito mais eu do que sou agora, conclusão, á que tornar-me nessa pessoa.
A mudança não foi para melhor, bem, para aqueles que me rodeiam não foi, porque agora sou aquela pessoa egoísta, arrogante, insensível e acima de tudo convencida, em que a única opinião que conta é a minha, e não foi porque agora estou muito mais egoísta, penso apenas em mim e não estou disposto a abdicar de nada por ninguém.
Para a minha pessoa a mudança não podia ser melhor, tenho todo o tempo do mundo, nada nem ninguém me afecta, não penso em mais ninguém, faço tudo aquilo que quero e digo tudo aquilo que quero, sou uma pessoa mais comunicativa mas menos cooperante.
Não tenho culpa que tenha chegado a isto, se a sociedade onde vivo não pensasse desta forma eu teria recebido agradecimentos até pelas mínimas coisas que fiz, como isso não aconteceu eu chego a conclusão que ninguém mas ninguém me merece como eu era, e quando assim é só há uma maneira de mudar, deixa-se de ajudar, assim não se recebe agradecimentos mas também não se faz por merece-los. É triste chegar a este ponto mas culpo os outros, aqueles que não me souberam dar valor.
E agradeço-lhe porque agora sou apenas eu.
01 fevereiro, 2010
Fundamentalismo
Não brinquem comigo, podem dizer tudo aquilo que quiserem mas quando penso em algo penso de maneira correcta, e quando sei que é mesmo a melhor maneira de o fazer, podem correr e pular mas não brinquem com o meu trabalho, eu sei aquilo que faço, e sou bom nisso, sei o que deve ou não ser feito, não é por alguém não concordar comigo que vou mudar o que fiz bem, se quiserem que eu altere a minha posição vão ter de mostrar de que maneira podia ser melhor, justifiquem-me novas escolhas e com todo o gosto aceitarei novas opiniões, mas fazerem de mim um brinquedo, isso não.
È muito fácil criticar algo que outra pessoa fez, mas apenas se essa critica for feita com fundamento, não por uma simples opinião de forma. O fundamentalismo baseia-se em criar um fundamento para defender algo, se alguém defende uma determinada posição tem de ter um fundamento para ter partido dessa mesma opinião em revés de outra.
Quando a nossa opinião não tem fundamento a única coisa que devemos fazer é manter-nos calados para não dizermos asneiras.
O fundamentalismo não serve apenas para coisas materiais, mas também para acções, se algo não está bem na nossa vida temos de saber o porque disso, não apenas alegar que está mal porque sim, esta é a típica resposta que quem não tem fundamento para algo, é estúpido e infantil defender opiniões baseadas na nossa vivencia, quando essas decisões nos afectam apenas a nós, menos mal porque os únicos visados seremos nos mesmos, mas agora quando essas decisões afectam outros o mais correcto é haver dialogo e debater ideias e fundamentos para o problema que se atravessa.
Mas é muito mais fácil argumentar que algo está mal porque está e não dar uma justificação para isso, isso chama-se fundamento não justificado e é muito comum na comunidade em que vivemos, em que a maioria das pessoa apenas se sabe esconder atrás do problemas em vez de os resolver, a sociedade que está a ser criada é uma sociedade de miúdos, sem responsabilidade e egoísta, apenas se pensa no “eu” e os outros que se arranjem, por isso as pessoas quando tem um problema fogem dele para não ter de ultrapassar fases difíceis. Os problemas não se ultrapassam assim, mas sim com diálogo e cedência, desde que os fundamentos assim o justifiquem.
Há uma coisa que me tem deixado frustrado com a vida que é o facto de eu estar numa sociedade infantil e sem espírito de sacrifício, é algo inacreditável como as pessoas se acomodam na sua bolha e tratam os outros como objectos, tenho vergonha desta sociedade.
È muito fácil criticar algo que outra pessoa fez, mas apenas se essa critica for feita com fundamento, não por uma simples opinião de forma. O fundamentalismo baseia-se em criar um fundamento para defender algo, se alguém defende uma determinada posição tem de ter um fundamento para ter partido dessa mesma opinião em revés de outra.
Quando a nossa opinião não tem fundamento a única coisa que devemos fazer é manter-nos calados para não dizermos asneiras.
O fundamentalismo não serve apenas para coisas materiais, mas também para acções, se algo não está bem na nossa vida temos de saber o porque disso, não apenas alegar que está mal porque sim, esta é a típica resposta que quem não tem fundamento para algo, é estúpido e infantil defender opiniões baseadas na nossa vivencia, quando essas decisões nos afectam apenas a nós, menos mal porque os únicos visados seremos nos mesmos, mas agora quando essas decisões afectam outros o mais correcto é haver dialogo e debater ideias e fundamentos para o problema que se atravessa.
Mas é muito mais fácil argumentar que algo está mal porque está e não dar uma justificação para isso, isso chama-se fundamento não justificado e é muito comum na comunidade em que vivemos, em que a maioria das pessoa apenas se sabe esconder atrás do problemas em vez de os resolver, a sociedade que está a ser criada é uma sociedade de miúdos, sem responsabilidade e egoísta, apenas se pensa no “eu” e os outros que se arranjem, por isso as pessoas quando tem um problema fogem dele para não ter de ultrapassar fases difíceis. Os problemas não se ultrapassam assim, mas sim com diálogo e cedência, desde que os fundamentos assim o justifiquem.
Há uma coisa que me tem deixado frustrado com a vida que é o facto de eu estar numa sociedade infantil e sem espírito de sacrifício, é algo inacreditável como as pessoas se acomodam na sua bolha e tratam os outros como objectos, tenho vergonha desta sociedade.
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