22 fevereiro, 2010

Pseudo pessoas

Algo mais soft hoje, o que tenho para falar hoje é sobre a imagem, a nossa imagem para os outros, estejam descansados não vou aplicar nenhuma teoria da relatividade, vou antes falar sobre uma verdade que se tem vindo a perder.
Primeiro, a nossa imagem, ou seja o nosso aspecto é a nossa imagem de marca, aquilo que nos vende para os outros, seja para uma amizade, seja para motivos profissionais, por isso temos de ter muita atenção a como nos apresentamos aos outros, e para começar, vou acabar já com um ditado português que cada vez me revolta mais, atenção pessoal deste país, gordura já não é formosura, adiante, é preciso ter atenção e este aspecto, depois disto passemos as coisas mais superficiais como uma boa roupa e um cabelo bem arranjado, isto é o ponto de partida para alguém ter uma boa primeira impressão vossa, mas para alem destes aspectos é preciso ter muito mais, eis a razão pela qual escrevo.
Bem, isto é assim, para alem de uma boa apresentação física há uma coisa que conta ainda mais, o carisma, isto é algo que não se vê mas sente-se, e sente-se bem, porque uma pessoa confiante é meio caminho andado para o sucesso, é necessário ter um carácter forte, mostrar aos outros que somos alguém e não que estamos ali só porque nos disseram para ir, temos de mostrar que somos aquilo que queremos ser e que nada nem ninguém nos mete medo.
Chama-se confiança e não egocentrismo, se bem que eu defendo que todos devemos ser um pouco egocêntricos, mas isso é outra conversa, o que é importante é mostrar confiança no que queremos.
Para isso eu uso algumas armas, como é óbvio não as vou revelar, mas posso dizer que tenho um carácter muito forte, é isso que faz de mim o que sou, é isso que me faz ser confiante e não ter medo de enfrentar quem quer que seja, no meu dia-a-dia encontro pessoas que só me apetece bater, com tão falta de confiança, chamo a essas pessoas, formatados, eu não sou um formatado, eu sou aquilo que quero e serei ainda mais. Tudo isto para dizer que é preciso ter carácter e confiança nas nossas capacidades, e claro uns somos mais que outros, estes mais fortes mostram muito mais o seu carácter e evidenciam-se entre os normais, na sua maneira de vestir, postura e maneira de falar.
Existe uma raça assim, estes são os designers, nós temos uma postura completamente diferente da sociedade, isto acontece porque somos muito pessoais, não gostamos do comum e por isso transformamos tudo aquilo que queremos, e isso é mesmo tudo, atenção eu estou a falar de designers, não de pseudo designers, para esses eu só tenho a dizer, há muitos cursos por aí que irão gostar.

Vontade vs Necessidade

Vontade ou necessidade são duas coisas diferentes, mas eu não consigo perceber muito bem isso, porque a vontade é algo que queremos, algo que nos apetece, mas e necessidade, também não é assim, quando temos necessidade de algo é porque precisamos ou porque nos apetece, porque no fim de contas o destinatário tanto da vontade como da necessidade é o mesmo.
Ontem, quer dizer, hoje tive uma pequena discussão sobre isso, e mesmo assim acabei por não perceber se eu tenho vontade de ter algo ou se tenho necessidade, eis uma questão difícil.
Pegando num exemplo que deram para tentar argumentar a ideia, falavam-me de amor, será que uma pessoa que está sozinha, e por sozinha entenda-se não tem companheiro ou companheira e não por estar na solidão, tem vontade ou tem necessidade de ser amada, para simplificar aqui a coisa imaginemos que esta pessoa é um homem, será que um homem solteiro tem vontade de ser amado ou vontade de ter alguém com quem partilhar os momentos da vida, mas isso não é a mesma que coisa que ter necessidade, esse mesmo homem tem a necessidade de ser amado e a necessidade de ter alguém com quem partilhar os momentos da vida.
Pois bem eu acho que isso é a mesma coisa porque esse homem tem vontade e se tem vontade é porque sente necessidade, a vontade é a voz do corpo para uma necessidade.
Não adianta pensar muito nisto porque há pessoas que acham que vontade é algo que uma pessoa quer num determinado momento, não é que necessite dela, mas tem vontade, tal como beber uma cerveja, eu posso tenho vontade de beber uma cerveja mas isso não é uma necessidade, agora eu tenho fome é uma necessidade porque caso não coma morro. É complicado porque para umas situações a necessidade adequa-se mas para outras não.
O que vos digo é que nunca discutam isso principalmente quando o tema é necessidade ou vontade de amar.

21 fevereiro, 2010

Qual estado?

Há um estado em que o Homem fica deprimido, aborrecido, triste e mais carente, ninguém o admite mas que é verdade é, todos nos detestamos sentir-nos assim, parece que somos um micróbio que passeamos por um determinado espaço.
O que acontece com os micróbios acontece com muitas criaturas neste mundo, tantas que nem podemos imaginar, mas porque razão ficamos nós assim? Os micróbios passam a sua vida desta maneira e mesmo assim não deixam de viver, na verdade, nem nós, pelo menos em certas alturas da vida, mas quando assim estamos não nos sentimos bem, é um estado que leva alguns á loucura, ao desespero e á falta de auto estima.
É um estado onde podemos fazer tudo aquilo que nos apetece, podemos ser loucos, quando assim o desejamos, podemos pensar em algo que nos atormenta, podemos dormir se nos apetecer podemos falar sem sermos incomodados, podemos beber e comer aquilo que nos apetece, podemos cantar, chorar, rir, dançar se assim nos apetecer, mas há uma coisa que não podemos, e essa é a razão que pela qual este estado desperta tanta tristeza em cada um de nós, uns mais que outros mas todos nós o sentimos, e sentimos porque o Homem não foi feito para viver assim, para isso tiravam-nos uma parte de nós que não nos faria falta, a língua, eu não precisaria de certo se assim fosse.
Mas como nós temos língua é porque esse estado não é para ser vivido constantemente, ou pelo menos não deveria, já é mau acontecer, agora acontecer constantemente é algo que deveria ser impossível, mas não o é, portanto, e se todos abrirmos os olhos e pensarmos bem nisto, no quão mal nos sentimos quando assim estamos, vamos ter vontade de deixar que isso aconteça, não só para nós mas para aqueles que gostamos.
Uma maneira de combater isto é sermos mais humanos, lembrar-mo-nos que há muita gente não mesma situação que nós, provavelmente um amigo, portanto á que pegar naquele aparelhozinho a que chamam de telemóvel e que geralmente só trabalha quando não é preciso e usá-lo para algo útil, nem que seja para um simples telefonema ou mesmo para marcar um encontro, porque se duas pessoas separadas estão no mesmo estado se se encontrarem vão deixar de o estar. É assim que isto funciona, fácil e simples. Não dá para perceber porque é que isso continua a acontecer.
Como em jeito de resumo e para os mais distraídos este texto fala mesmo de solidão, algo que afecta aquelas pessoas que nós vemos todos os dias e que ignoramos como os sem abrigo, os idosos ou mesmo um amigo mais tímido. Mas no geral todos nós passamos por isso de vez em quando e não gostamos.

20 fevereiro, 2010

Cérebro

Solipsista é uma pessoa que acredita que só ela existe e tudo o resto que a mesma vê ou sente não é mais que uma simples ordens do seu cérebro, com esta teoria, pressupõe-se que o nosso cérebro é bem mais poderoso do que aquilo que cremos.
É nisto que se baseia a minha teoria de hoje, não que eu acredite nesta maluqueira, pelo menos não na totalidade, o que eu acredito nesta filosofia é o facto de o nosso cérebro ser algo poderoso, muito mesmo, para terem uma noção o homem mais inteligente de sempre só utilizava sete por cento do céu cérebro, imaginem o que poderia fazer um cérebro se utiliza-se cem por cento da sua capacidade, na minha opinião isso não será possível nem mesmo ao longo da nossa evolução, mas certamente iremos evoluir um pouco mais talvez uns cinquenta por cento.
Mas isso são só teorias, o que me faz escrever é falar do poder do nosso cérebro exactamente como temos, á coisas que fogem a alguns e outros nem sequer sonham que são possíveis, existe por ai um livro que afirma que tudo para obtermos tudo aquilo que queremos apenas necessita de mentalizar-nos que teremos. Não sou assim tão radical, mas acredito que há coisas que só não temos por falta de pensarmos nelas, não de uma maneira exagerada mas sim o suficiente para nós lhe darmos o devido valor.
Há muitas pessoas que julgam que a sua vida não tem interesse, mas também não fazem o mínimo esforço para mudar isso. Ai vocês querem frutos sem plantar uma sementinha, isto não é como fazer bebés (mandá-los vir de paris). É preciso fazer pela vida e para isso o cérebro tem de funcionar, não o usem apenas para coisas complicadíssimas como calcular a distancia exacta da Terra á Lua, ou a massa da Terra, se bem que essas também não são assim tão difíceis, isso está no wikipédia, mas continuando utilizem o cérebro em tudo o que precisarem, este foi feito para ser utilizado, não para fazer peso na cabeça.
Não utilizar o cérebro torna-o mais fraco e por consequência nós mesmo, porque o nosso cérebro pata além de disco rígido do nosso corpo é também o processador, e ainda ninguém consegui criar uma máquina tão perfeita como aquela orgânica e cinzenta que temos na cabeça, por isso se temos acesso a tal utensílio vamos lá fazer uso dele e tornar-nos pessoas melhores.

18 fevereiro, 2010

Anda tudo doido

Após uma ausência forçada, cá estou novamente para dar conhecimento de novos psicologias, desta vez o título não tem a minha autoria, mas sem qualquer dúvida tem o meu abalo.
Realmente estamos num mundo completamente doido, seja por motivos profissionais, sentimentais ou físicos, o que me parece é que todos andam insatisfeitos com aquilo que fazem, e por isso procuram algo diferente.
O que merece mais o meu destaque é o motivo sentimental, anda tudo há procura do par perfeito, não vejo mal nisso, desde que essa busca seja atinada e não meramente estética, é obvio que somos todos diferentes e que nem todos procuramos o mesmo mas de qualquer das maneiras não é necessário fazer determinadas coisas, mais concretamente transformar-se em tio patinhas das mulheres.
O par perfeito é algo que não existe, o máximo que pode acontecer é existir alguém com algumas semelhanças, depois só a vontade de cada um pode tornar ou não a relação num sucesso.
Não adianta andar á procura desse par perfeito como se não houvesse amanha, não sei se já ouviram dizer que as coisas acontecem quando tem de acontecer, por isso não vale a pena andar á procura nem a pensar sempre no mesmo, basta viver a vida normalmente, dando mais importância ao “eu” e o que vir a mais é acréscimo. Não tenham pressa, há coisas na vida que demoram o seu tempo.
Ganhem juízo e deixem de dar uma imagem triste das pessoas em geral.