Provavelmente esta semana a minha falta de paciência deve-se mesmo ao excesso de trabalho, desta vez tenho mesmo muito, tanto que duvido mesmo se conseguirei acabar no tempo previsto, eu sou perito em realizar tarefas em tempo recorde, mas desta vez acho que não vai ser assim tão fácil.
Na segunda de manha o meu patrão lembrou-se que precisava que eu acabasse um projecto que tenho andado a fazer, então perguntou-me quanto tempo precisava, sem pensar muito bem no que ainda me falta disse, duas semanas, ele ainda teve o descaramento para me pedir para fazer em menos tempo. Como é obvio ele nem sabe o que ainda me falta, mas uma coisa é certa, andava mesmo desmotivado, e desde segunda que não paro um minuto que seja para descansar.
Os últimos dois dias tem sido excessivamente extenuantes, principalmente a parte da tarde, que se resumem a cinco horas seguidas, e sublinho seguidas, sem pestanejar.
O lado bom da questão é que se eu não tiver um prazo a cumprir vou fazendo as coisas no meu ritmo normal, enquanto que agora tenho mais pressão sobre o meus ombros, o que me deixa mais feliz, adoro trabalhar assim, e mesmo tendo duvidas como irei terminar na próxima semana, farei tudo para que consiga terminar o meu objectivo. Mesmo assim recuso-me a levar trabalho para casa, nunca o fiz nem vai ser agora, já me chega nove horas por dia em estado de severa concentração ele que não queira tirar-me também os meus momentos de distracção.
Tirando tudo isto a semana tem corrido muito bem, o micróbio tem vindo a dar alguns sinais de vida dentro de mim, não por estupidez externa mas mesmo porque comecei a gostar deste meu estado de insignificância, agora tenho duvidas o que quero ser, mas inclino-me para este estado em que só a minha pessoa tem voto na matéria sobre esta minha vida.
Acho fantástico o facto das pessoas gostarem de manipular os outros, fantástico mesmo! mas por favor, eu não sou um dos outros, e faço o que quero e bem me apetece, não vou mudar por causa de quem quer que seja, e acrescento, acho que atitudes destas só me fazem ficar mais orgulhoso de mim próprio, e não, não vou mudar por ninguém.
by Flávio
Adenda1: O micróbio esta vivo, mas nem sempre se manifesta
Adenda2: Sou como sou, e não vou mudar nem que vocês se....
Adenda3: Sim eu vou conseguir o impossível e terminar o trabalho a tempo, eu consigo sempre
16 junho, 2010
14 junho, 2010
E o resultado final é!?
Não, hoje não estou zangado, nem lá perto, até estou muito bem-disposto, somo nos últimos dias.
Mas hoje venho escrever algo sobre mim quase em jeito de reclamação.
Tenho ouvido nos últimos dias que sou muito orgulhoso, talvez até arrogante, mas que culpa tenho eu? E porque é que hei-de eu querer deixar de o ser?
Passo a explicar, sim sou mesmo orgulhoso de mim mesmo e sim também sou arrogante, sou assim e não vou mudar, foi assim durante quase toda a minha vida, e sempre foi muito feliz, nos únicos tempos que perdi este hábito, não me dei muito bem com o resultado, devo dizer, não resultou mesmo. Cometi um erro, na minha opinião, ao fazer um esforço para mudar por alguém, foi feliz sim, enquanto o fiz, mas o que conta para a história é o resultado final, não o resultado ao intervalo, por isso digam lá se não devo voltar a ser o que sempre foi.
Eu sei que magoo-o algumas pessoas que me rodeiam sendo assim como sou, mas quem me conhece, sabe como sou, não sou má pessoa, e acho que mesmo aqueles que têm uma má primeira impressão minha, acabam sempre por mudar essa ideia, mas para isso bastam cinco minutos de conversa comigo, sou simples, interessado e preocupado com os outros, e apesar de ser um pouco arrogante, isso acontece porque sei o meu valor, sei o que sou capaz de fazer e sei o que posso dar aos outros.
Depois de ter cometido um erro na minha vida não cometer novamente, não vou voltar a mudar por mais ninguém, se há coisa para que servem os erros, essa é aprendermos com eles, e eu aprendi, que não tenho de mudar por ninguém, se alguém gosta de mim, tem de gostar pela minha maneira autêntica que sou.
Bem este texto só fortalece a ideia que sou mesmo orgulhoso do que faço, peço desculpa se ofendo alguém com a minha maneira de ser, mas como tenho dito nestes últimos dias, se gostas, gostas assim, se não gostas, não posso fazer melhor.
Sou quem sou, e sou porque sou, sou e continuarei a ser e a coisa de que mais me orgulho é de não ter ninguém chateado comigo, apesar de ser tão orgulhoso como dizem, será que sou assim tão má pessoa?
Mas hoje venho escrever algo sobre mim quase em jeito de reclamação.
Tenho ouvido nos últimos dias que sou muito orgulhoso, talvez até arrogante, mas que culpa tenho eu? E porque é que hei-de eu querer deixar de o ser?
Passo a explicar, sim sou mesmo orgulhoso de mim mesmo e sim também sou arrogante, sou assim e não vou mudar, foi assim durante quase toda a minha vida, e sempre foi muito feliz, nos únicos tempos que perdi este hábito, não me dei muito bem com o resultado, devo dizer, não resultou mesmo. Cometi um erro, na minha opinião, ao fazer um esforço para mudar por alguém, foi feliz sim, enquanto o fiz, mas o que conta para a história é o resultado final, não o resultado ao intervalo, por isso digam lá se não devo voltar a ser o que sempre foi.
Eu sei que magoo-o algumas pessoas que me rodeiam sendo assim como sou, mas quem me conhece, sabe como sou, não sou má pessoa, e acho que mesmo aqueles que têm uma má primeira impressão minha, acabam sempre por mudar essa ideia, mas para isso bastam cinco minutos de conversa comigo, sou simples, interessado e preocupado com os outros, e apesar de ser um pouco arrogante, isso acontece porque sei o meu valor, sei o que sou capaz de fazer e sei o que posso dar aos outros.
Depois de ter cometido um erro na minha vida não cometer novamente, não vou voltar a mudar por mais ninguém, se há coisa para que servem os erros, essa é aprendermos com eles, e eu aprendi, que não tenho de mudar por ninguém, se alguém gosta de mim, tem de gostar pela minha maneira autêntica que sou.
Bem este texto só fortalece a ideia que sou mesmo orgulhoso do que faço, peço desculpa se ofendo alguém com a minha maneira de ser, mas como tenho dito nestes últimos dias, se gostas, gostas assim, se não gostas, não posso fazer melhor.
Sou quem sou, e sou porque sou, sou e continuarei a ser e a coisa de que mais me orgulho é de não ter ninguém chateado comigo, apesar de ser tão orgulhoso como dizem, será que sou assim tão má pessoa?
13 junho, 2010
Olá
Alguns dias são chatos, mesmo chatos, mas mesmo esses por vezes tem coisas boas, recordações, horas bem passadas, novas descobertas, e tudo isso nos momentos que menos esperamos.
Chovia quase torrencialmente lá fora, acabava de acordar, ainda com os olhos meios abertos, pensei para mim, que dia terrível estará, nem posso sair de casa com este tempo miserável, e tinha de ser logo no meu dia de descanso, como odeio isto, mas pronto lá me aguentei, deixei-me estar debaixo dos quentes e confortáveis lençóis a espera que o divino espírito santo intervisse neste meu dia que tivera começado mal, mas como sempre essas coisas não são assim tão simples, alguns minutos depois, quase horas, lá me decidi a pinchar da cama, não tenho uma muito boa relação com as minhas almofadas, entre uns esfregar de olhos, outro esfregar de pés, lá me fiz ao caminho, que não era assim tão longo, só queria mesmo passar um pouco de agua pela minha cara, o que devo dizer, foi mesmo agradável, contra tudo o que esperava com o tempo que fazia lá fora.
Entre estados de quase sonambulismo, lá consegui vestir algo quente e confortável, coloquei tudo o que precisava e o que não precisava nos bolsos, vesti o casaco mais quente que tinha no armário e terminei com o mp3 e os meus headfones, musica bem alegre e som bastante alto, e cá vou eu de novo para a selva.
Abro a porta de casa, deparo-me com um ambiente húmido, escuro e frio, mas com uma pequena aberta no céu que me fez acreditar que seria uma boa altura para sair de casa. Parara de chover naquele momento, entre alguns saltinhos para evitar as poças de agua consequentes de uma noite de chuva intensa, e as nuvens cinzentas, lá consegui encontrar algo para me alegrar o espírito, aquela musica veio mesmo na altura certa, às vezes penso que o meu mp3 compreende aquilo que preciso.
Não foi preciso muito, uns metros depois de deixar de vislumbrar o sítio de partida, numa rua da qual gosto muito, e que parece mesmo retirada de um filme lamecha, com arvores de um lado e de outro do passeio formando um corredor sombrio mas bastante simpático, começo a ver alguém vindo no sentido oposto ao meu, a silhueta era de um corpo feminino, o andar parecia-me familiar, mas a distancia era ainda muita para poder afirmar se conhecia. Lá continuei eu na mesma direcção pensando se seria ou não que eu imaginava.
Quem era, era rapariga, jovem, alta, umas pernas invejáveis, umas curvas bem definidas, agradáveis até e com longos cabelos castanhos, e continuava eu a perguntar-me será mesmo ela?
Foi preciso chegar quase tão perto como se lhe fosse tocar para perceber que não era quem eu pensava, não era definitivamente ela, contudo vi o seu sorriso na minha direcção, vi que sorria para mim apesar de ser um sorriso envergonhado.
A cerca de um metro dela não resisti á sua beleza e fiz algo que nunca fizera, entre um sorriso deixar fugir pela minha boca um “olá”. Que por boa educação ou talvez não teve a mesma palavra como resposta.
Devo dizer que apesar de uns dias não ser bons para sair de casa, há outros que me fazem sentir uma nova pessoa. O dia foi diferente.
Chovia quase torrencialmente lá fora, acabava de acordar, ainda com os olhos meios abertos, pensei para mim, que dia terrível estará, nem posso sair de casa com este tempo miserável, e tinha de ser logo no meu dia de descanso, como odeio isto, mas pronto lá me aguentei, deixei-me estar debaixo dos quentes e confortáveis lençóis a espera que o divino espírito santo intervisse neste meu dia que tivera começado mal, mas como sempre essas coisas não são assim tão simples, alguns minutos depois, quase horas, lá me decidi a pinchar da cama, não tenho uma muito boa relação com as minhas almofadas, entre uns esfregar de olhos, outro esfregar de pés, lá me fiz ao caminho, que não era assim tão longo, só queria mesmo passar um pouco de agua pela minha cara, o que devo dizer, foi mesmo agradável, contra tudo o que esperava com o tempo que fazia lá fora.
Entre estados de quase sonambulismo, lá consegui vestir algo quente e confortável, coloquei tudo o que precisava e o que não precisava nos bolsos, vesti o casaco mais quente que tinha no armário e terminei com o mp3 e os meus headfones, musica bem alegre e som bastante alto, e cá vou eu de novo para a selva.
Abro a porta de casa, deparo-me com um ambiente húmido, escuro e frio, mas com uma pequena aberta no céu que me fez acreditar que seria uma boa altura para sair de casa. Parara de chover naquele momento, entre alguns saltinhos para evitar as poças de agua consequentes de uma noite de chuva intensa, e as nuvens cinzentas, lá consegui encontrar algo para me alegrar o espírito, aquela musica veio mesmo na altura certa, às vezes penso que o meu mp3 compreende aquilo que preciso.
Não foi preciso muito, uns metros depois de deixar de vislumbrar o sítio de partida, numa rua da qual gosto muito, e que parece mesmo retirada de um filme lamecha, com arvores de um lado e de outro do passeio formando um corredor sombrio mas bastante simpático, começo a ver alguém vindo no sentido oposto ao meu, a silhueta era de um corpo feminino, o andar parecia-me familiar, mas a distancia era ainda muita para poder afirmar se conhecia. Lá continuei eu na mesma direcção pensando se seria ou não que eu imaginava.
Quem era, era rapariga, jovem, alta, umas pernas invejáveis, umas curvas bem definidas, agradáveis até e com longos cabelos castanhos, e continuava eu a perguntar-me será mesmo ela?
Foi preciso chegar quase tão perto como se lhe fosse tocar para perceber que não era quem eu pensava, não era definitivamente ela, contudo vi o seu sorriso na minha direcção, vi que sorria para mim apesar de ser um sorriso envergonhado.
A cerca de um metro dela não resisti á sua beleza e fiz algo que nunca fizera, entre um sorriso deixar fugir pela minha boca um “olá”. Que por boa educação ou talvez não teve a mesma palavra como resposta.
Devo dizer que apesar de uns dias não ser bons para sair de casa, há outros que me fazem sentir uma nova pessoa. O dia foi diferente.
11 junho, 2010
Tenho medo
Não sei o quanto sou diferente, não sei o quanto quero ser, não sei o quanto posso ser. Não sei se me fizeram assim, não sei se é culpa minha, culpa tua, ou mesmo natureza do Homem.
Não sou perfeito, eu sei, e nunca o serei, não sou tão perfeito como penso ser mas para mim eu sou, apesar de saber que tenho muito de mau.
Quem me dera poder escolher tudo na minha vida com a facilidade necessária para nunca ter de me arrepender, gostava de fazer os outros mais felizes, gostava de ser ainda mais do que sou.
Preciso estupidamente de uma bala no meio da testa, sou estupidamente egoísta, estupidamente ignorante e ainda pior estupidamente estúpido, gosto de fazer apenas aquilo que me apetece, mesmo que isso faça os outros menos felizes. Eu tenho a culpa de me comportar assim, mas será que já alguém fez por me fazer mudar?
Vejo tudo a minha maneira, sou aquilo que quero ser, o que apesar de ser bom para a minha auto estima, não funciona bem, quando se fala em comunicação. Não que não seja uma pessoa comunicativa, não que não goste de me envolver com as pessoas, não que não goste de passar bons momentos, mas simplesmente sou egoísta, altruísta e por vezes arrogante.
Se quero ser melhor? Quero! Mas de que me serve? De nada, ou servirá?
Não sei o que sou, nem quem sou, sei que sou mas não sei porquê, queria compreender-me melhor, e compreender melhor os outros e tudo isso depende de mim, mas como em tudo na vida, eu acredito que para conseguirmos alguma coisa temos de querer mesmo isso, o que de momento não faz parte dos meus planos, não que eu não esteja disponível, mas apenas tenho algo que me incomoda.
Não tenho medo do que sinto, nem do que gosto, de quem gosto e muito menos do porque gosto. Gosto de mim, gosto de ser genuíno, gosto de ser diferente, gosto de mudar, e gosto de muitas outras coisas. Não gosto que me ignorem e na maior parta das vezes não gosto do que fazem por mim, quando fazem!
O que neste momento me deixa indisponível para tudo a minha volta é o medo que sinto, não o medo de chorar, não o medo de amar, não o medo das palavras, não o medo querer, mas sim o medo de sofrer.
Não sou perfeito, eu sei, e nunca o serei, não sou tão perfeito como penso ser mas para mim eu sou, apesar de saber que tenho muito de mau.
Quem me dera poder escolher tudo na minha vida com a facilidade necessária para nunca ter de me arrepender, gostava de fazer os outros mais felizes, gostava de ser ainda mais do que sou.
Preciso estupidamente de uma bala no meio da testa, sou estupidamente egoísta, estupidamente ignorante e ainda pior estupidamente estúpido, gosto de fazer apenas aquilo que me apetece, mesmo que isso faça os outros menos felizes. Eu tenho a culpa de me comportar assim, mas será que já alguém fez por me fazer mudar?
Vejo tudo a minha maneira, sou aquilo que quero ser, o que apesar de ser bom para a minha auto estima, não funciona bem, quando se fala em comunicação. Não que não seja uma pessoa comunicativa, não que não goste de me envolver com as pessoas, não que não goste de passar bons momentos, mas simplesmente sou egoísta, altruísta e por vezes arrogante.
Se quero ser melhor? Quero! Mas de que me serve? De nada, ou servirá?
Não sei o que sou, nem quem sou, sei que sou mas não sei porquê, queria compreender-me melhor, e compreender melhor os outros e tudo isso depende de mim, mas como em tudo na vida, eu acredito que para conseguirmos alguma coisa temos de querer mesmo isso, o que de momento não faz parte dos meus planos, não que eu não esteja disponível, mas apenas tenho algo que me incomoda.
Não tenho medo do que sinto, nem do que gosto, de quem gosto e muito menos do porque gosto. Gosto de mim, gosto de ser genuíno, gosto de ser diferente, gosto de mudar, e gosto de muitas outras coisas. Não gosto que me ignorem e na maior parta das vezes não gosto do que fazem por mim, quando fazem!
O que neste momento me deixa indisponível para tudo a minha volta é o medo que sinto, não o medo de chorar, não o medo de amar, não o medo das palavras, não o medo querer, mas sim o medo de sofrer.
09 junho, 2010
Eu sabia
O voo acaba de aterrar, abro os olhos meios sonolentos ao ouvir uma voz tremula dizendo, excelentíssimos passageiros o avião termina a sua marcha, queiram aguardar atempadamente para todos saírem sem confusão.
Como sempre cumpro estas ordens, apesar de conhecer este meio. Além disso não tenho motivos para ter pressa, alias, esta é uma das viagens em que posso me dar ao luxo de fazer apenas o que me apetece.
Passando toda aquela agitação, deparo-me com um gigantesco átrio onde umas pessoas esperam, outras entram, outras saem, e olho em redor procurando por ti, penso, entretanto para mim, mas será que conseguirei ver alguma coisa ou encontrar-te, humm duvido muito, até porque sou uma pessoa com pouca capacidade de assimilação rápida de imagens.
Contudo uma voz sobressai no meio de toda aquela balbúrdia, e apesar de não gostar deste tipo de demonstrações, esta foi muito bem vida, e como ninguém me conhece por aqui, eu nem ligo muito, vá até que deu jeito.
Desde assumir aquela voz e encontra a sua origem não demorei muito tempo, e ao localizar o teu rosto, o meu coração acelerou, dificilmente conseguiria conter aquelas lágrimas que me correram pelo rosto naquele mesmo instante. As saudades de te ver eram mais que muitas e apesar de ter jurado a mim mesmo que mais nenhuma mulher conseguiria gerar este sentimento em mim, tu tornaste-te tão especial que não conseguia deixar de pensar em ti.
Ao aproximar-me, vejo as poucas diferenças que o teu corpo tem para mim, a imagem que tinha guardada de ti foi crescendo como se seguisse o lógica da vida, talvez por pensar todos os dias em ti desde o dia em que me deixaste, talvez por querer recordar a pessoa que amo, talvez por desejar todos os dias sentir novamente o teu toque.
Aquele abraço de saudade foi como que um recarregar de baterias, os poucos segundos que durou, fizeram com que me sentisse outra pessoa, precisava mesmo de ti, precisava mesmo de ti.
Ouvir a tua voz, fez-me esquecer todo aquele tempo que passamos separados, contudo ainda não imaginava eu o que estaria para acontecer, após um "olá", nunca mais esquecerei as palavras que disseste depois. "We need to talk!"
Como sempre cumpro estas ordens, apesar de conhecer este meio. Além disso não tenho motivos para ter pressa, alias, esta é uma das viagens em que posso me dar ao luxo de fazer apenas o que me apetece.
Passando toda aquela agitação, deparo-me com um gigantesco átrio onde umas pessoas esperam, outras entram, outras saem, e olho em redor procurando por ti, penso, entretanto para mim, mas será que conseguirei ver alguma coisa ou encontrar-te, humm duvido muito, até porque sou uma pessoa com pouca capacidade de assimilação rápida de imagens.
Contudo uma voz sobressai no meio de toda aquela balbúrdia, e apesar de não gostar deste tipo de demonstrações, esta foi muito bem vida, e como ninguém me conhece por aqui, eu nem ligo muito, vá até que deu jeito.
Desde assumir aquela voz e encontra a sua origem não demorei muito tempo, e ao localizar o teu rosto, o meu coração acelerou, dificilmente conseguiria conter aquelas lágrimas que me correram pelo rosto naquele mesmo instante. As saudades de te ver eram mais que muitas e apesar de ter jurado a mim mesmo que mais nenhuma mulher conseguiria gerar este sentimento em mim, tu tornaste-te tão especial que não conseguia deixar de pensar em ti.
Ao aproximar-me, vejo as poucas diferenças que o teu corpo tem para mim, a imagem que tinha guardada de ti foi crescendo como se seguisse o lógica da vida, talvez por pensar todos os dias em ti desde o dia em que me deixaste, talvez por querer recordar a pessoa que amo, talvez por desejar todos os dias sentir novamente o teu toque.
Aquele abraço de saudade foi como que um recarregar de baterias, os poucos segundos que durou, fizeram com que me sentisse outra pessoa, precisava mesmo de ti, precisava mesmo de ti.
Ouvir a tua voz, fez-me esquecer todo aquele tempo que passamos separados, contudo ainda não imaginava eu o que estaria para acontecer, após um "olá", nunca mais esquecerei as palavras que disseste depois. "We need to talk!"
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