Viro-me e deparo com uma linda mulher, uma mulher mais do que perfeita, era um sonho de mulher. Hesitei antes de responder mas por fim o meu coração falou mais alto do que o juízo.
Acenei com a cabeça para aquela linda mulher que não me era desconhecida.
-Posso sentar-me? (já sentando)
-Claro que sim.
-Não te tenho visto por aqui!
-De facto não tenho tido muitas oportunidades, a minha vida ultimamente anda a descarrilar.
-E isso é motivo para deixar de visitar o teu amigo rio?!
-Não é que não sinta saudades mas…
-Mas nada. Nunca percebi o porquê das pessoas deixarem de fazer aquilo que gostam por culpa de outros.
-Culpa de outros?
-Adiante. Tenho passado aqui para ver se te apanho mas não tenho tido sorte. Estive quase a desistir.
-Então porquê? Precisas de alguma coisa?
-Sim estou com alguns problemas mas não me apetece falar disso agora. Mostra lá o desenho que fizeste.
-Não está nada demais, tenho andado pouco inspirado – digo enquanto pego no meu caderno e lho entrego, sentindo cada vez mais calores.
Enquanto ela vai procurando pelo último desenho focada naquelas folhas eu vislumbro a sua beleza, tentando ser discreto mas sou interrompido pelo seu olhar acompanhado de mais algumas palavras.
-Não tens andado mesmo inspirado, não tem aqui nada novo desde o ultimo dia. Mas mesmo assim não perdeste o jeito, este está fenomenal - mostrando-me um que desenhara uns dias atrás e que representavam um olho com uma lágrima.
-Momentos maus - respondi-lhe.
-Estou a ver que sim – e continuou.
-Estão este da gaivota foi o que te deixou revoltado?!
-Não foi o desenho que me revoltou, mas sim a gaivota que estava a desenhar que não esperou pelo resultado, parece que até os animais me abandonam – afirmei eu e suspirei.
Dito isto ela olha-me nos olhos e eu perco a reacção, engulo em seco e baixo a cabeça.
-Não digas asneiras, bem sabes que não gosto de te ouvir dizer essas coisas.
-Asneiras?! Retorqui.
-Não são asneiras, é a realidade, ou já te esqueceste do que me fizeste?!
Ao ouvir isto ela congelou e por uns breves segundos não vi reacção nela.
by M.
18 novembro, 2011
17 novembro, 2011
Vidas parte3
Apesar do lento despertar ainda tenho horas para o trabalho e assim sendo aproveito uns breves minutos para um café junto ao rio, nada melhor que aproveitar este sol que por estes lados tem sido escasso.
O café do costume fica no caminho e o rio quase que nos lava os pés de tão perto que chega. Sempre gostei deste espaço e mesmo que a minha vida tenha mudado eu continuo a frequentá-lo embora não tanto como anteriormente.
Para mudar a rotina acabo por me sentir na mesa do canto, e em ouço tempo acabo por me perder por memórias de bons tempos.
Os meus pensamentos são interrompidos pelo funcionário de sempre, peço-lhe um café como é costume, e este afasta-se.
Vislumbrando daquela paisagem quase consigo sentir a brisa do rio mesmo tendo um gigantesco vidro a separar-me dele.
Enquanto aguardo pelo meu pedido os meus pensamentos correm pela minha mente, e enquanto tento esquecer todos estes pensamentos em prol da minha sanidade mental, procuro então uma distracção, nisto lembro-me que dentro da minha bolsa existe ainda um caderno no qual existem páginas aguardando por alguma tinta.
Alcanço a minha bolsa que estava na cadeira oposta a mim e de lá retiro o dito caderno e algo que me permita exprimir aquilo que sinto.
Olhando uma página vazia questiono-me o que esta gostaria de mostrar, nada mais me vem á cabeça se não aquele sol sobre o rio naquela manha de Outono. Não me parece que esta folha tenha vontade de algum dia mostrar a alguém um rio, pensei, enquanto isto uma gaivota pousa perto de mim quase que implorando-me que a desenha-se.
Aceito o desafio e começo com os rabiscos sabendo que terei um míseros momentos para registar tal animal. Nunca vi animal menos paciente que as gaivotas.
Por entre linhas rectas e curvas perco-me no desenho e quando termino percebo que a gaivota já lá não estava.
Revoltado, sai-me em voz alta, podias ao menos ter esperado para ver quão bonita és, e fecho o livro. Enquanto isso uma voz feminina por trás de mim questiona.
-E eu posso ver?
by M.
O café do costume fica no caminho e o rio quase que nos lava os pés de tão perto que chega. Sempre gostei deste espaço e mesmo que a minha vida tenha mudado eu continuo a frequentá-lo embora não tanto como anteriormente.
Para mudar a rotina acabo por me sentir na mesa do canto, e em ouço tempo acabo por me perder por memórias de bons tempos.
Os meus pensamentos são interrompidos pelo funcionário de sempre, peço-lhe um café como é costume, e este afasta-se.
Vislumbrando daquela paisagem quase consigo sentir a brisa do rio mesmo tendo um gigantesco vidro a separar-me dele.
Enquanto aguardo pelo meu pedido os meus pensamentos correm pela minha mente, e enquanto tento esquecer todos estes pensamentos em prol da minha sanidade mental, procuro então uma distracção, nisto lembro-me que dentro da minha bolsa existe ainda um caderno no qual existem páginas aguardando por alguma tinta.
Alcanço a minha bolsa que estava na cadeira oposta a mim e de lá retiro o dito caderno e algo que me permita exprimir aquilo que sinto.
Olhando uma página vazia questiono-me o que esta gostaria de mostrar, nada mais me vem á cabeça se não aquele sol sobre o rio naquela manha de Outono. Não me parece que esta folha tenha vontade de algum dia mostrar a alguém um rio, pensei, enquanto isto uma gaivota pousa perto de mim quase que implorando-me que a desenha-se.
Aceito o desafio e começo com os rabiscos sabendo que terei um míseros momentos para registar tal animal. Nunca vi animal menos paciente que as gaivotas.
Por entre linhas rectas e curvas perco-me no desenho e quando termino percebo que a gaivota já lá não estava.
Revoltado, sai-me em voz alta, podias ao menos ter esperado para ver quão bonita és, e fecho o livro. Enquanto isso uma voz feminina por trás de mim questiona.
-E eu posso ver?
by M.
16 novembro, 2011
Vidas parte2
Acordo, já o despertador contava sete minutos depois da hora habitual. Penso para comigo, mais um dia igual aos últimos, e apresso-me a levantar.
Ainda por os meus ante abertos olhos sento-me e tento encontrar algum bom motivo para me alegrar. Sentado na beira da cama olhando para toda aquela roupa desarrumada e tentado vislumbrar algo diferente para vestir, perco-me no infinito dos meus pensamentos mais uma vez, mas por sorte, o despertador volta a tocar. Não posso perder mais tempo. Saiu-me em voz alta, e fez-me acreditar que todo aquele vazio me estava a deixar maluco. Ignoro tudo isto e foco-me naquilo que tenho de vestir.
Humm… umas calças de ganga… done… camisola? Será que está frio? Questiono-me. Vou até á janela que permanece ainda fechada como se um cofre para o mundo se tratasse. Abro-a lentamente com medo do que me espera mas na primeira oportunidade um raio de sol entra pelo quarto e mais do que iluminar toda a escuridão daquele espaço, trouxe uma luz diferente para mim mesmo. Aquele sol radiante apagou todas as tristezas que tinha dentro de mim.
Mas que belo dia! Pensei… apressando-me a procurar a camisola mais colorida e deslumbrante daquele enfadonho monte de roupa.
Enquanto lavo os dentes para a olhar-me no espelho. A barba de três dias denuncia o meu estado de espírito dos últimos dias, mas ainda não é hoje, pensei sem hesitar. Desço as escadas e no caminho para a saída apanho uma maça do balcão da cozinha.
Já na porta dou por mim ainda de chinelos. Ups… não é este o meu calçado. Por sorte as botas de ontem estão ainda á porta, mas ao alcança-las vejo que continua como as deixei ontem. Vou ter mesmo de voltar a trás.
No caminho até á despensa relembro que se eu não fizer aquilo que é preciso, ninguém vai fazer por mim, foram tempos…
Finalmente pronto para sair do meu casulo, encho os pulmões e abro a porta da rua, preparado para um novo desafio, preparado para enfrentar o mundo.
Hoje vai ser diferente, repito para comigo enquanto percorro o meu caminho.
by M.
Ainda por os meus ante abertos olhos sento-me e tento encontrar algum bom motivo para me alegrar. Sentado na beira da cama olhando para toda aquela roupa desarrumada e tentado vislumbrar algo diferente para vestir, perco-me no infinito dos meus pensamentos mais uma vez, mas por sorte, o despertador volta a tocar. Não posso perder mais tempo. Saiu-me em voz alta, e fez-me acreditar que todo aquele vazio me estava a deixar maluco. Ignoro tudo isto e foco-me naquilo que tenho de vestir.
Humm… umas calças de ganga… done… camisola? Será que está frio? Questiono-me. Vou até á janela que permanece ainda fechada como se um cofre para o mundo se tratasse. Abro-a lentamente com medo do que me espera mas na primeira oportunidade um raio de sol entra pelo quarto e mais do que iluminar toda a escuridão daquele espaço, trouxe uma luz diferente para mim mesmo. Aquele sol radiante apagou todas as tristezas que tinha dentro de mim.
Mas que belo dia! Pensei… apressando-me a procurar a camisola mais colorida e deslumbrante daquele enfadonho monte de roupa.
Enquanto lavo os dentes para a olhar-me no espelho. A barba de três dias denuncia o meu estado de espírito dos últimos dias, mas ainda não é hoje, pensei sem hesitar. Desço as escadas e no caminho para a saída apanho uma maça do balcão da cozinha.
Já na porta dou por mim ainda de chinelos. Ups… não é este o meu calçado. Por sorte as botas de ontem estão ainda á porta, mas ao alcança-las vejo que continua como as deixei ontem. Vou ter mesmo de voltar a trás.
No caminho até á despensa relembro que se eu não fizer aquilo que é preciso, ninguém vai fazer por mim, foram tempos…
Finalmente pronto para sair do meu casulo, encho os pulmões e abro a porta da rua, preparado para um novo desafio, preparado para enfrentar o mundo.
Hoje vai ser diferente, repito para comigo enquanto percorro o meu caminho.
by M.
15 novembro, 2011
Vidas parte1
- Tenho os pés encharcados.
-Mas que dia! Mas finalmente em casa.
Insiro a chave na fechadura, rodando-a n sentido dos ponteiros do relógio, por fim esta abre-se. Finalmente em casa, penso eu.
Entro vagarosamente, retiro os meus pés encharcados das supostas impermeáveis botas, retiro também as meias e calço de imediato os chinelos que adoro. Apresso-me a retirar as roupas molhadas que se colam ao meu corpo e coloco o meu corpo debaixo da água quente.
Depois de um demorado banho vou lentamente para o quarto e visto algo quente e confortável, entretanto deito-me na cama como se ela me magnetiza-se para ela, com todo aquele cansaço acabo por cair demais, adormeço e logo a minha mente desaparece por entre todas as minhas vontades e aqueles minutos prolongaram-se por muitos mais. Enquanto a minha mente viajava a uma velocidade impossível para a minha vontade todo o meu corpo descansava daquele moroso dia. Momentos depois acabo por despertar e toda aquela fantasia volta a desaparecer e os meus músculos que outrora tinham aquecido estão agora gelados pelo frio que se apoderara da minha casa. Termino aquilo que começara tempos antes e por fim começo a aquecer. Agora sim estou confortável, mas de que me serve todo este conforto? Questiono-me.
Desloco-me até á cozinha, preparo algo para o jantar, algo rápido visto que o meu corpo implora-me por retorno ao descanso. Cedo á tentação e enquanto me alimento sento-me no sofá e apresso-me a ligar a televisão, faço um rápido zapping e perco a paciência, acabo num filme meu lamechas e onde tudo é mais do que perfeito. Só nos filmes!
Acabo por adormecer minutos depois num sono cansado, acordo horas depois e quando já a cama esperava por mim, levanto-me sonambulamente e vou ao seu encontro. A cama gelada aguardava por mim, coloco-me dentro dela, e enquanto me tentava aquecer penso. Também tu só me queres aqui por um motivo, até a minha própria cama me usa, já não bastava a minha mulher. Ups… Ex-mulher, Acabo por adormecer esperando que o dia de amanha seja diferente.
by M.
-Mas que dia! Mas finalmente em casa.
Insiro a chave na fechadura, rodando-a n sentido dos ponteiros do relógio, por fim esta abre-se. Finalmente em casa, penso eu.
Entro vagarosamente, retiro os meus pés encharcados das supostas impermeáveis botas, retiro também as meias e calço de imediato os chinelos que adoro. Apresso-me a retirar as roupas molhadas que se colam ao meu corpo e coloco o meu corpo debaixo da água quente.
Depois de um demorado banho vou lentamente para o quarto e visto algo quente e confortável, entretanto deito-me na cama como se ela me magnetiza-se para ela, com todo aquele cansaço acabo por cair demais, adormeço e logo a minha mente desaparece por entre todas as minhas vontades e aqueles minutos prolongaram-se por muitos mais. Enquanto a minha mente viajava a uma velocidade impossível para a minha vontade todo o meu corpo descansava daquele moroso dia. Momentos depois acabo por despertar e toda aquela fantasia volta a desaparecer e os meus músculos que outrora tinham aquecido estão agora gelados pelo frio que se apoderara da minha casa. Termino aquilo que começara tempos antes e por fim começo a aquecer. Agora sim estou confortável, mas de que me serve todo este conforto? Questiono-me.
Desloco-me até á cozinha, preparo algo para o jantar, algo rápido visto que o meu corpo implora-me por retorno ao descanso. Cedo á tentação e enquanto me alimento sento-me no sofá e apresso-me a ligar a televisão, faço um rápido zapping e perco a paciência, acabo num filme meu lamechas e onde tudo é mais do que perfeito. Só nos filmes!
Acabo por adormecer minutos depois num sono cansado, acordo horas depois e quando já a cama esperava por mim, levanto-me sonambulamente e vou ao seu encontro. A cama gelada aguardava por mim, coloco-me dentro dela, e enquanto me tentava aquecer penso. Também tu só me queres aqui por um motivo, até a minha própria cama me usa, já não bastava a minha mulher. Ups… Ex-mulher, Acabo por adormecer esperando que o dia de amanha seja diferente.
by M.
14 novembro, 2011
O regresso
Olá muito bom dia a todos. Não sei se tenho feito falta por aqui, mas caso não tenha, eu próprio tenho sentido falta de escrever. Portanto este texto marca o regresso do micróbio.
O micróbio contínua no desemprego e como vocês sabem quanto menos fazemos, menos nos apetece fazer, e esta é a principal razão para eu andar desaparecido, contudo, voltar a escrever faz parte dos meus planos futuros. Tenho-me sentido pouco activo, e antes que isso se torne uma rotina, há que mudar hábitos.
Ainda não sei bem como vou reformular este retorno, mas mesmo que não haja alterações o formato não deve fugir dos parâmetros antes utilizados, mas pretendo inserir algo que anteriormente fazia inúmeras vezes mas que por motivos desconhecidos deixei.
Falando daquilo que tenho andado a viver, tem sido aborrecido estar em casa sem puder fazer nada, não gosto e não quero continuar assim, tenho trabalho muito mas trabalhos que não compensam, sinto-me ocupado com eles mas não é algo que me concretize.
Sei que melhores dias virão mas até lá tenho muito que enfrentar, preciso de me sentir útil, sentir ocupado e concretizado, quero alho que me valorize e não uma simples ocupação.
Já escrevi muitas vezes sobre aquilo que quero para o meu futuro e estar em casa a trabalhar sem um motivo forte parece-me algum desperdício de tempo, e tempo é algo que eu não tenciono perder. Contudo continuo com a certeza não só que tudo se vai resolver como conseguirei atingir os meus objectivos.
Um dia vão ver que eu tenho razão.
O micróbio contínua no desemprego e como vocês sabem quanto menos fazemos, menos nos apetece fazer, e esta é a principal razão para eu andar desaparecido, contudo, voltar a escrever faz parte dos meus planos futuros. Tenho-me sentido pouco activo, e antes que isso se torne uma rotina, há que mudar hábitos.
Ainda não sei bem como vou reformular este retorno, mas mesmo que não haja alterações o formato não deve fugir dos parâmetros antes utilizados, mas pretendo inserir algo que anteriormente fazia inúmeras vezes mas que por motivos desconhecidos deixei.
Falando daquilo que tenho andado a viver, tem sido aborrecido estar em casa sem puder fazer nada, não gosto e não quero continuar assim, tenho trabalho muito mas trabalhos que não compensam, sinto-me ocupado com eles mas não é algo que me concretize.
Sei que melhores dias virão mas até lá tenho muito que enfrentar, preciso de me sentir útil, sentir ocupado e concretizado, quero alho que me valorize e não uma simples ocupação.
Já escrevi muitas vezes sobre aquilo que quero para o meu futuro e estar em casa a trabalhar sem um motivo forte parece-me algum desperdício de tempo, e tempo é algo que eu não tenciono perder. Contudo continuo com a certeza não só que tudo se vai resolver como conseguirei atingir os meus objectivos.
Um dia vão ver que eu tenho razão.
24 outubro, 2011
Vivo
Já não me lembro da última vez que escrevi, mas isto tem uma explicação, é que no fundo entre formação inicial de formadores e o excesso de trabalho eu não consigo encontrar cinco minutos que seja para um textinho.
Tenho andado cansado com todas as letras, ou há-de ser pela actividade mental excessiva ou pelo cansaço físico dos últimos dias, a verdade é que não tem sido fácil encontrar uns minutinhos que seja, e isto tudo aliado a uma falta de vida pessoal resulta na pouca criatividade para a critica quotidiana, no entanto vou sentindo saudades de escrever e de ver o que andam vocês fazendo e lá calha, como hoje, reagendar o meu tempo para uma visita relâmpago. Eu continuo vivo e de boa saúde, esta fase tem sido difícil mas esta para breve uma mudança de vida, até lá vou-me aguentando assim… Ate um dia destes!
Tenho andado cansado com todas as letras, ou há-de ser pela actividade mental excessiva ou pelo cansaço físico dos últimos dias, a verdade é que não tem sido fácil encontrar uns minutinhos que seja, e isto tudo aliado a uma falta de vida pessoal resulta na pouca criatividade para a critica quotidiana, no entanto vou sentindo saudades de escrever e de ver o que andam vocês fazendo e lá calha, como hoje, reagendar o meu tempo para uma visita relâmpago. Eu continuo vivo e de boa saúde, esta fase tem sido difícil mas esta para breve uma mudança de vida, até lá vou-me aguentando assim… Ate um dia destes!
06 outubro, 2011
Steve Jobs
“A morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida”. by Steve Jobs
Não precisava de ter dito tal afirmação para ser uma grande pessoa, ele, o ícone da invenção, era mais do que um criador, era uma pessoa fora do comum, não só pela sua visão futurista mas também pela sua vontade de se destacar, não queria apenas ser mais um, queria ser um, e único.
Durante muitos anos marcou pela diferença do seu trabalho e pela diferença da sua naturalidade, durante muitos anos na sua vida profissional não teve concorrente á altura e não deixou de ter a humildade para continuar a ser aquele que sempre foi. Ultimamente houveram alguns que se lhe aproximaram mas nem assim deixou de mostrar o seu valor e mesmo quando apareciam problemas sempre soube responsabilizar-se.
Depois de já, aparentemente, não haver mais nada para fazer ele aparecia com algo novo, e com isso tornou-se o melhor.
Vejo-o como um homem que não conhecia impossíveis e a prova disso é que conseguiu fazer aquilo que mais nenhum fizera antes dele.
A sua história de vida não é um mar de rosas mas tudo aquilo que terá passado foi um impulsionador para aquilo que estava destinado fazer, e mesmo depois do sucesso a sua vida foi marcada mais uma vez por momentos difíceis que culminaram na sua morte física, a morte de um homem que se tornou um ícone e que nunca poderá ser substituído.
Com esta perda o mundo está mais pobre com a sua morte mas apenas temos a agradecer por tudo aquilo que nos deu.
Ao homem que me faz acreditar que mais do que simples pessoas, nós podemos fazer um pouco mais pelo mundo, eu agradeço todo o seu empenho e determinação, agradeço tudo aquilo que nos deixou.
Ao homem que não poderia ter confirmado de outra maneira o amor que tinha por aquilo que fazia se não o morrer após o último lançamento do seu tão grande orgulho, a Apple.
Não há melhor maneira de homenageá-lo se não com aquilo que o caracteriza, seja MAC, IPOD, IPHONE ou IPAD, será impossível alguém esquece-lo.
Rótolos
Actualidade,
Frase do Dia,
Opiniões
25 setembro, 2011
Actualização de estado
Boa noite carissimas(os) seguidores, cá estou eu de novo para fazer actualização de estado, em que me encontro.
Há uns dias escrevi acerca de um trabalho que tenho vindo a realizar, e o primeiro feedback foi que está bem encaminhado, que significa que neste momento estou a trabalhar como freelancer, ainda não tinha experimentado este tipo de estádio profissional mas é algo que com um pouco de prática pode gerar bons resultados (complicado é mesmo mentalizarmo-nos de um horário de trabalho fixo), tenho gostado bastante da maneira como tenho gerido o meu tempo e da motivação que tenho sentido, para além de, como já ter dito, gostar de trabalhar com pressão vejo o meu trabalho valorizado o que me permite estar bem concentrado naquilo que estou a fazer.
Não é minha ideia trabalhar como freelancer, pelo menos para já, pois é algo inconstante e é necessária bastante motivação para se trabalhar, no entanto este trabalho surgiu como uma pré análise á minha maneira de trabalhar, basicamente é como um teste de admissão, que teve a sua avaliação na ultima sexta-feira, e que foi bastante positiva, o que significa que depois deste projecto, será a doer, que é como quem diz, das oito às cinco, mas é coisa para só acontecer para perto do natal, entretanto há que ficar aqui pela terrinha para finalizar algo já começado.
Resumindo, sinto-me como um empregado mas que continua a trabalhar em casa, no entanto há que referir que estou bastante entusiasmado com o novo emprego mesmo que ainda não esteja em funções efectivas, mas tudo se encaminha para tal.
O pequeno senão é mesmo a deslocação que terei de fazer daqui por alguns tempos, pois como tem sido hábito terei de me mudar de novo, desta vez para a capital do móvel o que para vos ser sincero, não me parece o meu local ideal, mas alternativas surgirão, tudo correrá pelo melhor.
Não sei se consegui transmitir o meu entusiasmo através do texto, mas a verdade é que estou mesmo com vontade de começar um novo desafio, e mais uma vez não se pode desperdiçar as oportunidades, caso não tenham percebido mudei também de área de projecto e passarei a realizar mobiliário de habitação, e as primeiras peças estarão em breve realizadas.
Há uns dias escrevi acerca de um trabalho que tenho vindo a realizar, e o primeiro feedback foi que está bem encaminhado, que significa que neste momento estou a trabalhar como freelancer, ainda não tinha experimentado este tipo de estádio profissional mas é algo que com um pouco de prática pode gerar bons resultados (complicado é mesmo mentalizarmo-nos de um horário de trabalho fixo), tenho gostado bastante da maneira como tenho gerido o meu tempo e da motivação que tenho sentido, para além de, como já ter dito, gostar de trabalhar com pressão vejo o meu trabalho valorizado o que me permite estar bem concentrado naquilo que estou a fazer.
Não é minha ideia trabalhar como freelancer, pelo menos para já, pois é algo inconstante e é necessária bastante motivação para se trabalhar, no entanto este trabalho surgiu como uma pré análise á minha maneira de trabalhar, basicamente é como um teste de admissão, que teve a sua avaliação na ultima sexta-feira, e que foi bastante positiva, o que significa que depois deste projecto, será a doer, que é como quem diz, das oito às cinco, mas é coisa para só acontecer para perto do natal, entretanto há que ficar aqui pela terrinha para finalizar algo já começado.
Resumindo, sinto-me como um empregado mas que continua a trabalhar em casa, no entanto há que referir que estou bastante entusiasmado com o novo emprego mesmo que ainda não esteja em funções efectivas, mas tudo se encaminha para tal.
O pequeno senão é mesmo a deslocação que terei de fazer daqui por alguns tempos, pois como tem sido hábito terei de me mudar de novo, desta vez para a capital do móvel o que para vos ser sincero, não me parece o meu local ideal, mas alternativas surgirão, tudo correrá pelo melhor.
Não sei se consegui transmitir o meu entusiasmo através do texto, mas a verdade é que estou mesmo com vontade de começar um novo desafio, e mais uma vez não se pode desperdiçar as oportunidades, caso não tenham percebido mudei também de área de projecto e passarei a realizar mobiliário de habitação, e as primeiras peças estarão em breve realizadas.
21 setembro, 2011
Desafios
Adoro novos e grandes desafios, daqueles em que ganhamos medo de não os conseguir terminar, daqueles que nos faz questionar o nosso valor e daqueles que nos motiva cada vez mais a ultrapassarmos os nossos limites.
Tenho um novo desafio em mãos e se por vezes me questiono sobre a minha capacidade de resolução, depois desses momentos passo a ter uma vontade ainda maior de a ultrapassar.
Gosto de trabalhar sobre pressão, gosto de sentir a ansiedade daquilo que será o final, gosto de ter medo de não me superar, gosto de ver as horas a passar e sentir-me a acelerar, gosto que mostrar aquilo de que sou capaz, mas acima de tudo, gosto que depois de tudo isto seja elogiado pelo resultado final.
Tenho em mãos uns projecto que poderá dar motivo a um possível e bem motivador emprego, mas até lá tenho de encontrar a solução perfeita em pouco mais de uma semana.
Perante a motivação mostrada aceitei sem hesitar o desafio, com o compromisso de que tudo iria estar concluído no tempo revisto. Depois disso irei definir aquilo que será o meu futuro, mas para já é necessário não só que eu goste daquilo que estou a fazer mas acima de tudo que esse trabalho seja igualmente apreciado.
O excesso de trabalho é equiparável à quantidade de motivação, e com alguma determinação aquilo que me foi proposto estará concluído em breve. Até lá, há muito para fazer, portanto, e como as oportunidades são para se aproveitar, não há muito tempo a perder, vemo-nos por aí!
Tenho um novo desafio em mãos e se por vezes me questiono sobre a minha capacidade de resolução, depois desses momentos passo a ter uma vontade ainda maior de a ultrapassar.
Gosto de trabalhar sobre pressão, gosto de sentir a ansiedade daquilo que será o final, gosto de ter medo de não me superar, gosto de ver as horas a passar e sentir-me a acelerar, gosto que mostrar aquilo de que sou capaz, mas acima de tudo, gosto que depois de tudo isto seja elogiado pelo resultado final.
Tenho em mãos uns projecto que poderá dar motivo a um possível e bem motivador emprego, mas até lá tenho de encontrar a solução perfeita em pouco mais de uma semana.
Perante a motivação mostrada aceitei sem hesitar o desafio, com o compromisso de que tudo iria estar concluído no tempo revisto. Depois disso irei definir aquilo que será o meu futuro, mas para já é necessário não só que eu goste daquilo que estou a fazer mas acima de tudo que esse trabalho seja igualmente apreciado.
O excesso de trabalho é equiparável à quantidade de motivação, e com alguma determinação aquilo que me foi proposto estará concluído em breve. Até lá, há muito para fazer, portanto, e como as oportunidades são para se aproveitar, não há muito tempo a perder, vemo-nos por aí!
Rótolos
A minha vida,
Actualidade
15 setembro, 2011
Do medo...
O medo faz parte do ser humano, nunca em caso algum, por mais que tenhamos a certeza de algo, acreditamos que isso é uma certeza absoluta, e por isso estamos a provar um constante medo. É assim em todo o tipo de situações da nossa vida mas principalmente no amor, e é sobre este que vou debruçar o meu pensamento.
Quando nos apaixonamos por alguém passamos a ter dentro de nós um sentimento positivo, que nos transmite alegria e nos deixa uma sensação de imponência mas ao mesmo tempo começa a apoderar-se de nós um receio, um medo que por mais que tentamos não conseguimos remover e o medo de perder alguém de quem gostamos muito passa a ser um dos principais pensamentos nos momentos mais mortos dos nossos dias.
Apesar de o medo ser um sentimento negativo, este pode ser visto como algo de bom, pois quando este existe é sinónimo de que a pessoa pelo qual nutrimos este sentimento nos é efectivamente importante.
Todos aqueles que já se encontraram apaixonados de certeza que sentiram tal emoção, e não será mentira afirmar que nem mesmo com o confirmar da continuidade da vontade antes mostrada, por parte do outro envolvente da relação, este medo desaparece.
Para piorar a situação existem por vezes momentos em que o medo ganha uma aliada para assim reforçar todo negativismo que sentimos, estou a falar obviamente da saudade. É com a saudade que nos questionamos sobre tudo e todos, sobre os grandes e os pequenos momentos, sobre aquilo que sentimos e aquilo que nos mostram sentir.
No entanto, pode-se dizer que nos falta a todos uma boa dose de bom senso, desta feita para nos colocarmos do outro lado da barricada, pois, se nós sentimos medo e receio a outra pessoa sente o mesmo, e por muito que nos esforçamos, nunca vão haver palavras para descrever aquilo que sentimos por um outro ser, quanto às acções, também, por vezes elas são insuficientes, resta-nos acreditar naquilo que realmente sentimos.
Quando nos apaixonamos por alguém passamos a ter dentro de nós um sentimento positivo, que nos transmite alegria e nos deixa uma sensação de imponência mas ao mesmo tempo começa a apoderar-se de nós um receio, um medo que por mais que tentamos não conseguimos remover e o medo de perder alguém de quem gostamos muito passa a ser um dos principais pensamentos nos momentos mais mortos dos nossos dias.
Apesar de o medo ser um sentimento negativo, este pode ser visto como algo de bom, pois quando este existe é sinónimo de que a pessoa pelo qual nutrimos este sentimento nos é efectivamente importante.
Todos aqueles que já se encontraram apaixonados de certeza que sentiram tal emoção, e não será mentira afirmar que nem mesmo com o confirmar da continuidade da vontade antes mostrada, por parte do outro envolvente da relação, este medo desaparece.
Para piorar a situação existem por vezes momentos em que o medo ganha uma aliada para assim reforçar todo negativismo que sentimos, estou a falar obviamente da saudade. É com a saudade que nos questionamos sobre tudo e todos, sobre os grandes e os pequenos momentos, sobre aquilo que sentimos e aquilo que nos mostram sentir.
No entanto, pode-se dizer que nos falta a todos uma boa dose de bom senso, desta feita para nos colocarmos do outro lado da barricada, pois, se nós sentimos medo e receio a outra pessoa sente o mesmo, e por muito que nos esforçamos, nunca vão haver palavras para descrever aquilo que sentimos por um outro ser, quanto às acções, também, por vezes elas são insuficientes, resta-nos acreditar naquilo que realmente sentimos.
Rótolos
Ideologias,
Opiniões,
Pensamentos,
Reflexões
13 setembro, 2011
Á Espera!!!
Diz o Vasco Palmeirim, “Não me apetece fazer nada”. Pois quanto a ele não sei mas eu estou cheio de vontade mas pouco para fazer.
A verdade é que estou ansioso por uma resposta que ficou de chegar até ao final desta semana e que poderá alterar o meu futuro. Eu nem sou muito de me deixar afectar por este tipo de espera mas contudo, esta é uma decisão pela qual aguardo e a qual está a colocar em “banho-maria” muitas outras,
Para ser mais preciso, existe uma proposta de emprego a qual é bastante apelativa e na qual eu tenho bastantes hipóteses de ser seleccionado, no entanto certezas só mesmo quando me ligarem até lá estarei nesta angustia, a adiar tudo o que é vida para alem do trabalho, e tudo porque não me posso comprometer com nada sem saber se ficarei nesta zona a trabalhar.
Ando motivado para uma nova vida, mas não posso programar nada sem esta certeza, ora seja pela formação que quero fazer, ora seja pelo curso de alemão que tanto quero iniciar, ora seja pelo desporto, isto já ara não falar na minha rotina.
Normalmente tento preencher o meu tempo ao máximo, pois conheço-me e sei que quanto menos tempo tiver livre, mais organizado serei, e essa será a diferença entre este e o ultimo ano, em que eu me desleixei e tive uma rotina que para mim foi bastante preguiçosa e com tempo desperdiçado, por isso, este ano pretendo ocupar o meu tempo de maneira mais produtiva.
Assim, pretendo para já desdobrar-me em, emprego, desporto, formação para formadores e curso de alemão, tempo para a namorada e ainda se possível continuar a formação em programas informáticos. Para começar parece-me razoável, e parece-me que este será um bom ritmo, contudo antes de mais necessito de uma resposta.
Este texto serve um pouco como memorando daquilo a que me proponho, contudo há objectivos bem definidos e bem acima daquilo que foi descrito mas esperemos primeiro por certezas e depois continuaremos.
A verdade é que estou ansioso por uma resposta que ficou de chegar até ao final desta semana e que poderá alterar o meu futuro. Eu nem sou muito de me deixar afectar por este tipo de espera mas contudo, esta é uma decisão pela qual aguardo e a qual está a colocar em “banho-maria” muitas outras,
Para ser mais preciso, existe uma proposta de emprego a qual é bastante apelativa e na qual eu tenho bastantes hipóteses de ser seleccionado, no entanto certezas só mesmo quando me ligarem até lá estarei nesta angustia, a adiar tudo o que é vida para alem do trabalho, e tudo porque não me posso comprometer com nada sem saber se ficarei nesta zona a trabalhar.
Ando motivado para uma nova vida, mas não posso programar nada sem esta certeza, ora seja pela formação que quero fazer, ora seja pelo curso de alemão que tanto quero iniciar, ora seja pelo desporto, isto já ara não falar na minha rotina.
Normalmente tento preencher o meu tempo ao máximo, pois conheço-me e sei que quanto menos tempo tiver livre, mais organizado serei, e essa será a diferença entre este e o ultimo ano, em que eu me desleixei e tive uma rotina que para mim foi bastante preguiçosa e com tempo desperdiçado, por isso, este ano pretendo ocupar o meu tempo de maneira mais produtiva.
Assim, pretendo para já desdobrar-me em, emprego, desporto, formação para formadores e curso de alemão, tempo para a namorada e ainda se possível continuar a formação em programas informáticos. Para começar parece-me razoável, e parece-me que este será um bom ritmo, contudo antes de mais necessito de uma resposta.
Este texto serve um pouco como memorando daquilo a que me proponho, contudo há objectivos bem definidos e bem acima daquilo que foi descrito mas esperemos primeiro por certezas e depois continuaremos.
Rótolos
A minha vida,
Ideologias,
Pensamentos
09 setembro, 2011
Mais uma fugida
Melhor do que a sensação de se estar apaixonado, é a sensação de que se é correspondido.
À uns tempos atrás eu escrevia neste blog sobre aspectos que eu pensava difíceis de mudar na minha vida, no entanto e felizmente para mim ainda há pessoas que nos conseguem fazer mudar, e é por essas mesmas pessoas que ainda vale a pena aquilo que fazemos.
Hoje, ao visitar alguns dos blogs que sigo habitualmente deparei-me com uma história de alguém que como eu também está apaixonada, e nem era preciso dize-lo, bastava apenas ler um dos seus textos, essa pessoa fez-me reflectir naquilo que somos capazes de fazer pelos outros, por aqueles que gostamos.
Quando se gosta de alguém tudo parece perfeito, mesmo aqueles grandes problemas tornam-se tão desinteressantes que sentimos que podemos resolver tudo, e há bem pouco tempo passei por uma mesma situação em que o problema em questão mudaria definitivamente a minha vida, no entanto o apoio daqueles de quem gostamos e mais ainda da confiança que nos mostram é e foi essencial para não dar importância a algo que acabou por não se concretizar.
É sem duvida uma das melhores sensações que o Homem pode provar, no entanto estas também tem desvantagens, como por exemplo a falta de tempo para escrever umas linhas naquilo que é uma linha paralela da minha vida, espero que tenham sentido a minha falta porque eu senti a de cá vir, no entanto tenho a esperança de que com uma nova vida futura mais oportunidades virão.
À uns tempos atrás eu escrevia neste blog sobre aspectos que eu pensava difíceis de mudar na minha vida, no entanto e felizmente para mim ainda há pessoas que nos conseguem fazer mudar, e é por essas mesmas pessoas que ainda vale a pena aquilo que fazemos.
Hoje, ao visitar alguns dos blogs que sigo habitualmente deparei-me com uma história de alguém que como eu também está apaixonada, e nem era preciso dize-lo, bastava apenas ler um dos seus textos, essa pessoa fez-me reflectir naquilo que somos capazes de fazer pelos outros, por aqueles que gostamos.
Quando se gosta de alguém tudo parece perfeito, mesmo aqueles grandes problemas tornam-se tão desinteressantes que sentimos que podemos resolver tudo, e há bem pouco tempo passei por uma mesma situação em que o problema em questão mudaria definitivamente a minha vida, no entanto o apoio daqueles de quem gostamos e mais ainda da confiança que nos mostram é e foi essencial para não dar importância a algo que acabou por não se concretizar.
É sem duvida uma das melhores sensações que o Homem pode provar, no entanto estas também tem desvantagens, como por exemplo a falta de tempo para escrever umas linhas naquilo que é uma linha paralela da minha vida, espero que tenham sentido a minha falta porque eu senti a de cá vir, no entanto tenho a esperança de que com uma nova vida futura mais oportunidades virão.
29 agosto, 2011
Preguiça
Quanto menos faço, menos tenho vontade de fazer.
Eu nem sou uma pessoa muito preguiçosa, mas estes últimos dias tem sido um festival de preguiça, e isto é caso para se dizer que quanto menos faço, menos apetece.
Estar na cama sem fazer nenhum não é meu desporto favorito mas por vezes é a única coisa que tenho para fazer, mais ainda quando a cama é partilhada, contudo estes dias em que aguardo por uma oportunidade para fazer algo novo tenho sentido a falta de algo que me ocupe.
Não gosto de me sentir inútil, não gosto de estar sem fazer nenhum muito menos quando sinto que perco capacidades estando parado, mas o que posso eu fazer, as empresas continuam a oferecer empregos, no entanto respostas a CV’s é que nada, isto tira-me do sério, porque para além de estar sempre ansioso por uma resposta fico sempre na dúvida se os meus emails são lidos.
De todo este processo, tenho a retirar que as empresas estão cada vez mais diferenciadas e tudo pela imensidão de software que existe, o que me leva a pensar que uma pessoa não se pode deixar ficar por apenas um programa informático, assim sendo, tenho aproveitado estes dias para aumentar as minhas capacidades.
Depois do software que aprendi na faculdade, esta semana comecei a aprender um novo, e pode-se dizer que para a primeira semana estou mais do que bem, basicamente porque a base é a mesma, a interacção é que muda.
Com tudo isto, temo que até encontrar um novo emprego, estarei habilitado a trabalhar com mais dois ou três softwares. Tem de ser, parar é morrer.
Eu nem sou uma pessoa muito preguiçosa, mas estes últimos dias tem sido um festival de preguiça, e isto é caso para se dizer que quanto menos faço, menos apetece.
Estar na cama sem fazer nenhum não é meu desporto favorito mas por vezes é a única coisa que tenho para fazer, mais ainda quando a cama é partilhada, contudo estes dias em que aguardo por uma oportunidade para fazer algo novo tenho sentido a falta de algo que me ocupe.
Não gosto de me sentir inútil, não gosto de estar sem fazer nenhum muito menos quando sinto que perco capacidades estando parado, mas o que posso eu fazer, as empresas continuam a oferecer empregos, no entanto respostas a CV’s é que nada, isto tira-me do sério, porque para além de estar sempre ansioso por uma resposta fico sempre na dúvida se os meus emails são lidos.
De todo este processo, tenho a retirar que as empresas estão cada vez mais diferenciadas e tudo pela imensidão de software que existe, o que me leva a pensar que uma pessoa não se pode deixar ficar por apenas um programa informático, assim sendo, tenho aproveitado estes dias para aumentar as minhas capacidades.
Depois do software que aprendi na faculdade, esta semana comecei a aprender um novo, e pode-se dizer que para a primeira semana estou mais do que bem, basicamente porque a base é a mesma, a interacção é que muda.
Com tudo isto, temo que até encontrar um novo emprego, estarei habilitado a trabalhar com mais dois ou três softwares. Tem de ser, parar é morrer.
Rótolos
A minha vida,
Actualidade,
Reflexões
26 agosto, 2011
Quero fazer-me á vida!
Olá a todos, muito boa tarde.
Tenho estado ausente por estas paragens mas as circunstâncias da vida são assim, e quando temos a vida de pernas para o ar é difícil ter as ideias no sítio certo.
Pois bem, destes dias de desaparecimento, foram de férias, ou melhor férias forçadas pois quem não tem emprego tem de ar um nome mais engraçado á palavra desemprego.
Estes dias até tem corrido bem, estava mesmo a precisar de um descanso sério, mas confesso que um mês depois de deixar o emprego eu começo a ficar com pouca vontade de estar em casa. Não sou pessoa de estar em casa sem fazer nenhum, a modos que me começa a dar uma certa comichão estar aqui parado.
Nos entre tantos tenho andado a responder a alguns anúncios de emprego, que até tem sido frequentes, no entanto uma coisa que me tem deixado bastante desapontado é o facto de que as empresas em Portugal não se dignarem a uma resposta que seja, será que é assim tão difícil?! Eu acho que não principalmente para aquelas empresas que colocam anúncios de oportunidade de emprego, não ficavam mal para a imagem da empresa, mas parece-me que as pessoas não estão assim tão interessadas nesse tipo de publicidade.
Tirando esta pequenina pedra no meu sapato psicológico, eu estou fantástico, para o caso de quererem saber, portanto vou até ali continuar a fazer aquilo que tenho feito e até breve!
Tenho estado ausente por estas paragens mas as circunstâncias da vida são assim, e quando temos a vida de pernas para o ar é difícil ter as ideias no sítio certo.
Pois bem, destes dias de desaparecimento, foram de férias, ou melhor férias forçadas pois quem não tem emprego tem de ar um nome mais engraçado á palavra desemprego.
Estes dias até tem corrido bem, estava mesmo a precisar de um descanso sério, mas confesso que um mês depois de deixar o emprego eu começo a ficar com pouca vontade de estar em casa. Não sou pessoa de estar em casa sem fazer nenhum, a modos que me começa a dar uma certa comichão estar aqui parado.
Nos entre tantos tenho andado a responder a alguns anúncios de emprego, que até tem sido frequentes, no entanto uma coisa que me tem deixado bastante desapontado é o facto de que as empresas em Portugal não se dignarem a uma resposta que seja, será que é assim tão difícil?! Eu acho que não principalmente para aquelas empresas que colocam anúncios de oportunidade de emprego, não ficavam mal para a imagem da empresa, mas parece-me que as pessoas não estão assim tão interessadas nesse tipo de publicidade.
Tirando esta pequenina pedra no meu sapato psicológico, eu estou fantástico, para o caso de quererem saber, portanto vou até ali continuar a fazer aquilo que tenho feito e até breve!
Rótolos
A minha vida,
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Revoltas
04 agosto, 2011
Olha quem voltou
Férias, descanso, sol (algum), calor, boa companhia mas principalmente necessidade de mudanças rotinas, estes são os motivos por eu ter ficado longe da escrita.
Ainda não sei se volto de vez, pois tem sido difícil arranjar vontade e motivos para a escrita.
Antes de mais, deixem-me agradecer a todos os que me tem enviado mensagens acerca dos meus últimos posts, muito obrigado para vocês.
E agora perguntam-se vocês (ou então não), mas o que andas tu a fazer?!
Ao que eu respondo, resumidamente nada!
Pois é, duas semanas passaram desde os meus últimos textos e como eu havia escrito, entrei numa nova fase da minha vida, primeiramente porque estou novamente sem emprego, mas também porque regressei á base, que é como quem diz, às raízes, e se umas vezes isso sabe bem, outras eu começo a pensar que não posso continuar aqui por muito tempo, já não faço parte disto, mas vamos por partes.
Desde o meu último texto:
-Estou um ano mais velho, vinte e quatro no total,
-Voltei a acreditar que as pessoas ainda valem a pena;
-Voltei a desiludir-me com essas pessoas;
-Aprendi que nunca nos devemos calar quando achamos que devemos falar;
-Apercebi-me que gosto bem mais do design do que aquilo que pensava;
-Defendi a minha posição sobre o design com unhas e dentes;
-Perdi a esperança em muitas pessoas;
-Apercebi-me que existe mais gente estúpida e ignorante do que eu imaginava;
-Dediquei mais tempo aos verdadeiros amigos;
-Passei duas semanas (colado) a ela e adorei cada minuto;
-Descansei muito e continuo cansado;
-Fiz planos e voltei a fazer;
-Aprendi que a minha maior força é a mental, eu já desconfiava;
-Reforcei a ideia de que nunca devemos desistir;
-Comecei á procura de emprego;
-…
Depois de duas semanas é difícil voltar a escrever, não pela falta de vontade, tempo ou imaginação, mas sim por preguiça, no entanto há que fazer um esforço.
Continuarei a dar noticias, até lá lembrem-se de mim quando virei as seguintes palavras “Designer precisa-se”.
Adenda1: Ausente da escrita mas sempre com um olho em vocês.
Adenda2: Antes que me esqueça, a Amy Whinehouse apenas se deitou na cama que fez. Amy, encontramo-nos ai em cima… Daqui por muito tempo.
Ainda não sei se volto de vez, pois tem sido difícil arranjar vontade e motivos para a escrita.
Antes de mais, deixem-me agradecer a todos os que me tem enviado mensagens acerca dos meus últimos posts, muito obrigado para vocês.
E agora perguntam-se vocês (ou então não), mas o que andas tu a fazer?!
Ao que eu respondo, resumidamente nada!
Pois é, duas semanas passaram desde os meus últimos textos e como eu havia escrito, entrei numa nova fase da minha vida, primeiramente porque estou novamente sem emprego, mas também porque regressei á base, que é como quem diz, às raízes, e se umas vezes isso sabe bem, outras eu começo a pensar que não posso continuar aqui por muito tempo, já não faço parte disto, mas vamos por partes.
Desde o meu último texto:
-Estou um ano mais velho, vinte e quatro no total,
-Voltei a acreditar que as pessoas ainda valem a pena;
-Voltei a desiludir-me com essas pessoas;
-Aprendi que nunca nos devemos calar quando achamos que devemos falar;
-Apercebi-me que gosto bem mais do design do que aquilo que pensava;
-Defendi a minha posição sobre o design com unhas e dentes;
-Perdi a esperança em muitas pessoas;
-Apercebi-me que existe mais gente estúpida e ignorante do que eu imaginava;
-Dediquei mais tempo aos verdadeiros amigos;
-Passei duas semanas (colado) a ela e adorei cada minuto;
-Descansei muito e continuo cansado;
-Fiz planos e voltei a fazer;
-Aprendi que a minha maior força é a mental, eu já desconfiava;
-Reforcei a ideia de que nunca devemos desistir;
-Comecei á procura de emprego;
-…
Depois de duas semanas é difícil voltar a escrever, não pela falta de vontade, tempo ou imaginação, mas sim por preguiça, no entanto há que fazer um esforço.
Continuarei a dar noticias, até lá lembrem-se de mim quando virei as seguintes palavras “Designer precisa-se”.
Adenda1: Ausente da escrita mas sempre com um olho em vocês.
Adenda2: Antes que me esqueça, a Amy Whinehouse apenas se deitou na cama que fez. Amy, encontramo-nos ai em cima… Daqui por muito tempo.
Rótolos
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20 julho, 2011
Até que enfim!
Depois dos dois primeiros dias de férias, chego a conclusão que sou capaz de me habituar a isto, mas não está fácil, o euromilhões saiu-me ontem mas não foi além dos sete euros, o que quer dizer que definitivamente estes dias não poderão ser tão extensas como desejado, contudo o facto de não ter peso em cima dos ombros faz com que as férias sejam isso mesmo, dias de completo descanso.
É bom ter algum descanso depois de tanto tempo, mas tenho a certeza que em breve ficarei farto de não fazer nenhum mas isso serão pensamentos futuros, até lá tenho bem que descansar que também fiz por isso.
Enquanto eu estou nas minhas merecidas férias, muita gente contínua ainda a sua vida estúpida, mas quanto a esses eu nem palavras tenho para me expressar sobre perante assunto, talvez venha em breve aqui dar o meu parecer.
Amanha não sei se aqui passarei, no entanto e caso estejam já esquecidos, amanha faz seis meses após este texto.
É bom ter algum descanso depois de tanto tempo, mas tenho a certeza que em breve ficarei farto de não fazer nenhum mas isso serão pensamentos futuros, até lá tenho bem que descansar que também fiz por isso.
Enquanto eu estou nas minhas merecidas férias, muita gente contínua ainda a sua vida estúpida, mas quanto a esses eu nem palavras tenho para me expressar sobre perante assunto, talvez venha em breve aqui dar o meu parecer.
Amanha não sei se aqui passarei, no entanto e caso estejam já esquecidos, amanha faz seis meses após este texto.
18 julho, 2011
Seiscentos dias depois.
Dia 18 de Julho de 2011, seiscentos dias depois do dia 25 de Novembro de 2009.
Estes seiscentos dias foram aqueles em que me dediquei a uma empresa, aqueles em que iniciei a minha vida profissional após a conclusão daquele que para mim continua a ser o melhor curso do mundo.
Em 2009 tive a sorte de encontrar um emprego pouco depois de terminar os estudos, melhor ainda, esse emprego seria na área em que eu queria mesmo trabalhar.
Durante todo este tempo, eu conheci a realidade das empresas, comecei a entender como funcionam verdadeiramente os casos reais depois de muitos anos a aprender a utopia de um projecto.
Nestes meses que me dediquei a esta empresa sempre dei o meu melhor, sempre me esforcei para melhorar o que a empresa tinha de mal, e nunca em caso algum foi chamado a atenção por algo que fizera de mal.
Durante estes meses assumi um papel que não deveria, assumi responsabilidades demasiadas, mas disso não me arrependo, fiz o que devia ser feito e dei sempre o meu melhor.
Este período serviu para aprender muito, para me tornar melhor profissional, no entanto tudo tem um fim, e este é o meu fim nesta empresa, depois de todo este tempo a desvinculação foi a melhor opção, mesmo tendo mostrado interesse em continuar a fazer o trabalho que tenho vindo a realizar este seria o desfecho mais provável, primeiro porque o meu trabalho não é valorizado, segundo porque o meu preço não corresponde com o preço que me dão.
E é assim que termina de forma fácil um trabalho começado a mais de um ano. Se estou arrependido? Não estou! Estou a precisar de mudar de ares. Se queria cá ficar? Não queria, não me sinto confortável a trabalhar com pessoas que não me valorizam. Se Estou preocupado com a minha situação? Também não, não estou porque estou disposto a qualquer coisa, desde que goste.
Assim sendo, a partir de amanha, sou mais um desempregado, desempregado mas não inútil, existe já um projecto ao qual me vou dedicar nos próximos tempos, mas isso contarei quando chegar a altura.
Relativamente ao cargo que vou deixar, foi um bom inicio de carreira na qual aprendi muito, talvez um pouco mais do que devida acerca dos maus exemplos de empresas, no entanto o meu dever foi cumprido, e agora nada mais do que recordações terei. Não ficarei com remorsos de deixar a empresa, muito menos daquilo que ficou por fazer, eu fiz aquilo que pude, no entanto e apesar do meu esforço, muito ficou ainda em branco, principalmente a mentalidade daqueles acima de mim, mas quanto a isso não há nada que eu pudesse fazer, nem mesmo eu que em tempos pensei possível.
Quanto ao meu futuro, não tenho medo do que virá, acredito que o que quer que venha, estarei preparado, eu conheço o meu valor.
Adenda1: A partir de amanha vou aproveitar os primeiros dias para um merecido descanso, um ano e oito meses depois, portanto é provável que esteja ausente por estas bandas, mas eu volto.
Adenda2: Sou um designer mais completo depois deste tempo de trabalho o que significa que tenho valor, e só perde quem não me dá esse devido.
Estes seiscentos dias foram aqueles em que me dediquei a uma empresa, aqueles em que iniciei a minha vida profissional após a conclusão daquele que para mim continua a ser o melhor curso do mundo.
Em 2009 tive a sorte de encontrar um emprego pouco depois de terminar os estudos, melhor ainda, esse emprego seria na área em que eu queria mesmo trabalhar.
Durante todo este tempo, eu conheci a realidade das empresas, comecei a entender como funcionam verdadeiramente os casos reais depois de muitos anos a aprender a utopia de um projecto.
Nestes meses que me dediquei a esta empresa sempre dei o meu melhor, sempre me esforcei para melhorar o que a empresa tinha de mal, e nunca em caso algum foi chamado a atenção por algo que fizera de mal.
Durante estes meses assumi um papel que não deveria, assumi responsabilidades demasiadas, mas disso não me arrependo, fiz o que devia ser feito e dei sempre o meu melhor.
Este período serviu para aprender muito, para me tornar melhor profissional, no entanto tudo tem um fim, e este é o meu fim nesta empresa, depois de todo este tempo a desvinculação foi a melhor opção, mesmo tendo mostrado interesse em continuar a fazer o trabalho que tenho vindo a realizar este seria o desfecho mais provável, primeiro porque o meu trabalho não é valorizado, segundo porque o meu preço não corresponde com o preço que me dão.
E é assim que termina de forma fácil um trabalho começado a mais de um ano. Se estou arrependido? Não estou! Estou a precisar de mudar de ares. Se queria cá ficar? Não queria, não me sinto confortável a trabalhar com pessoas que não me valorizam. Se Estou preocupado com a minha situação? Também não, não estou porque estou disposto a qualquer coisa, desde que goste.
Assim sendo, a partir de amanha, sou mais um desempregado, desempregado mas não inútil, existe já um projecto ao qual me vou dedicar nos próximos tempos, mas isso contarei quando chegar a altura.
Relativamente ao cargo que vou deixar, foi um bom inicio de carreira na qual aprendi muito, talvez um pouco mais do que devida acerca dos maus exemplos de empresas, no entanto o meu dever foi cumprido, e agora nada mais do que recordações terei. Não ficarei com remorsos de deixar a empresa, muito menos daquilo que ficou por fazer, eu fiz aquilo que pude, no entanto e apesar do meu esforço, muito ficou ainda em branco, principalmente a mentalidade daqueles acima de mim, mas quanto a isso não há nada que eu pudesse fazer, nem mesmo eu que em tempos pensei possível.
Quanto ao meu futuro, não tenho medo do que virá, acredito que o que quer que venha, estarei preparado, eu conheço o meu valor.
Adenda1: A partir de amanha vou aproveitar os primeiros dias para um merecido descanso, um ano e oito meses depois, portanto é provável que esteja ausente por estas bandas, mas eu volto.
Adenda2: Sou um designer mais completo depois deste tempo de trabalho o que significa que tenho valor, e só perde quem não me dá esse devido.
Rótolos
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Mais um dia!
Mais um fim-de-semana passado, mais uma semana chegada, mas desta vez, uma semana bem diferente, porque hoje é dia 18 de Julho e isso para mim quer dizer dia de mudanças.
O fim de semana foi agradável, com a melhor companhia e com as melhores horas de descanso, mas o fim-de-semana passou e com ele ficou as lembranças de uns tantos dias.
Hoje é um dia diferente, mas ainda é cedo para escrever sobre isso, mais logo voltarei para contar tudo.
Até lá estarei concentrado nestas ultimas horas.
Agora que as férias se aproximam, eu estou mais do que ansioso, preciso mesmo de descanso.
See you later!
O fim de semana foi agradável, com a melhor companhia e com as melhores horas de descanso, mas o fim-de-semana passou e com ele ficou as lembranças de uns tantos dias.
Hoje é um dia diferente, mas ainda é cedo para escrever sobre isso, mais logo voltarei para contar tudo.
Até lá estarei concentrado nestas ultimas horas.
Agora que as férias se aproximam, eu estou mais do que ansioso, preciso mesmo de descanso.
See you later!
14 julho, 2011
O meu valor
Das coisas que me assustam, que não são muitas, uma das que não faz parte é ficar desempregado.
Com todo este desenrolar da crise o que mais se ouve são casos de despedimentos, ora porque as fabricas não têm encomendas ora porque os patrões não estão dispostos a perder os seus carros de luxo.
Esta situação já se vem prolongando á alguns tempos, no entanto acho que isso não deve ser motivo para as pessoas se sujeitarem ás mais diversas situações.
Quanto á minha pessoa, eu tenho um preço, assim como toda a gente, que penso ser o mais justo e que caracteriza aquilo que eu faço, e mesmo conhecendo esta situação da crise eu não abdico daquilo que são os meus valores, não é por vivermos em tempos difíceis que devemos fazer vontades aqueles que têm a faca na mão.
Compreendo que a crise em muitos casos possa de facto ser o motivo principal para os despedimentos, no entanto ainda existe por aí muitos patrões que vêem nesta um motivo para diminuir as despesas em seu próprio beneficio. Sim ainda existem patrões que ganham muito bem e que ainda querem ganhar mais, o que quanto a mim é uma falta de respeito para com quem fica sem emprego.
Eu, felizmente ainda me posso dar ao luxo de defender aquilo em que acredito e não me sujeitar a um valor injusto pelo meu trabalho, assim sendo, quem quiser os meus serviços não só tem de abrir a carteira como a mentalidade e fazer as contas justas perante as situações.
Á uns dias atrás vi-me numa situação em que mostrei aquilo que penso e que acredito, e um dos meus argumentos para defender as minhas ideias foi "... compreendo que nós empregados queremos ganhar sempre mais, e os patrões querem pagar sempre menos, no entanto temos de ser coerentes e encontrar o valor de cada pessoa."
Eu não tenho medo de uma possível situação de desemprego por duas principais razões, primeiramente porque tenho todo o apoio daqueles que me rodeiam e sei que posso contar com eles sempre que precisar, mas mais importante que isso é a segunda razão e que não é proferida por mim mas sim por alguém que me conhece muito bem e que eu tenho consciência de que é uma verdade, eu não tenho nem nunca tive qualquer problema em trabalhar, tenho bastantes "skills" as coisas me tornam uma pessoa versátil, e esta versatilidade aliada á disponibilidade para qualquer lugar torna tudo mais fácil, no entanto esta ultima afirmação não significa que eu estou disposto a fazer qualquer coisa, eu estou apenas disposto a fazer aquilo que gosto e na qual tenho mais valor, seja aqui, seja em Espanha ou até na china, desde que o meu trabalho seja valorizado e eu goste daquilo que faço.
Com todo este desenrolar da crise o que mais se ouve são casos de despedimentos, ora porque as fabricas não têm encomendas ora porque os patrões não estão dispostos a perder os seus carros de luxo.
Esta situação já se vem prolongando á alguns tempos, no entanto acho que isso não deve ser motivo para as pessoas se sujeitarem ás mais diversas situações.
Quanto á minha pessoa, eu tenho um preço, assim como toda a gente, que penso ser o mais justo e que caracteriza aquilo que eu faço, e mesmo conhecendo esta situação da crise eu não abdico daquilo que são os meus valores, não é por vivermos em tempos difíceis que devemos fazer vontades aqueles que têm a faca na mão.
Compreendo que a crise em muitos casos possa de facto ser o motivo principal para os despedimentos, no entanto ainda existe por aí muitos patrões que vêem nesta um motivo para diminuir as despesas em seu próprio beneficio. Sim ainda existem patrões que ganham muito bem e que ainda querem ganhar mais, o que quanto a mim é uma falta de respeito para com quem fica sem emprego.
Eu, felizmente ainda me posso dar ao luxo de defender aquilo em que acredito e não me sujeitar a um valor injusto pelo meu trabalho, assim sendo, quem quiser os meus serviços não só tem de abrir a carteira como a mentalidade e fazer as contas justas perante as situações.
Á uns dias atrás vi-me numa situação em que mostrei aquilo que penso e que acredito, e um dos meus argumentos para defender as minhas ideias foi "... compreendo que nós empregados queremos ganhar sempre mais, e os patrões querem pagar sempre menos, no entanto temos de ser coerentes e encontrar o valor de cada pessoa."
Eu não tenho medo de uma possível situação de desemprego por duas principais razões, primeiramente porque tenho todo o apoio daqueles que me rodeiam e sei que posso contar com eles sempre que precisar, mas mais importante que isso é a segunda razão e que não é proferida por mim mas sim por alguém que me conhece muito bem e que eu tenho consciência de que é uma verdade, eu não tenho nem nunca tive qualquer problema em trabalhar, tenho bastantes "skills" as coisas me tornam uma pessoa versátil, e esta versatilidade aliada á disponibilidade para qualquer lugar torna tudo mais fácil, no entanto esta ultima afirmação não significa que eu estou disposto a fazer qualquer coisa, eu estou apenas disposto a fazer aquilo que gosto e na qual tenho mais valor, seja aqui, seja em Espanha ou até na china, desde que o meu trabalho seja valorizado e eu goste daquilo que faço.
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13 julho, 2011
Foi e continua a ser...
Não é nada difícil e depende de pessoa para pessoa, cada um de nós tem uma perspectiva de vida e uma vontade de abdicar de determinadas coisas bastante diferente, no entanto e falando por mim, há sempre aspectos positivos que por muito que outros tentem ocultar, eu faço questão de realçar.
Foi uma nova realidade, foi um conhecer de novos hábitos, foi acordar e um adormecer diferente, foi um sair da cama e deitar diferente, foi um almoço e jantar diferentes, foi um passar de tempo diferente, foram semanas diferentes, foram fins-de-semana diferentes, foi tudo e mais alguma coisa, foi e continua a ser.
Foi um alterar da minha rotina perante uma nova vida, foi um constatar que a vida não é um mar de rosas, mas também foi perceber que ainda há pessoas que valem cada segundo que passamos com elas, foi e continua a ser.
Tudo isto aconteceu tão rápido que nem dei conta, tudo isto aconteceu sem quase premeditação, tudo aconteceu, para alguns, prematuramente, tudo aconteceu porque tinha de acontecer, aconteceu e continua a acontecer.
Estou a viver de uma maneira diferente á já algum tempo. Se me arrependo? Nada! Não me arrependo e não me parece que me vá arrepender, mesmo que todos me digam que no inicio as coisas possam parecer melhor, no entanto eu sei que apenas depende de mim que esta nova vida continue a ser como tem sido.
Esta nova vida deve-se a uma nova vida, uma vida partilhada, uma vida em que eu sou apenas um, uma vida em que unicamente faz sentido pensar em nós, uma vida com a melhor pessoa que conheço e que tem a mais duradoura paciência para aturar a pessoa "maluca que eu sou".
Para esta pessoa, um muito obrigado por estes dias fantásticos e pela paciência que tens, obrigado por simplesmente fazeres parte da minha vida.
Viver com outra pessoa não é como muitos pensam, viver com outra pessoa é apenas adicionar suplementos á nossa vida, e só será mau se um de nós quiser, o que eu acredito que não acontecerá.
Foi uma nova realidade, foi um conhecer de novos hábitos, foi acordar e um adormecer diferente, foi um sair da cama e deitar diferente, foi um almoço e jantar diferentes, foi um passar de tempo diferente, foram semanas diferentes, foram fins-de-semana diferentes, foi tudo e mais alguma coisa, foi e continua a ser.
Foi um alterar da minha rotina perante uma nova vida, foi um constatar que a vida não é um mar de rosas, mas também foi perceber que ainda há pessoas que valem cada segundo que passamos com elas, foi e continua a ser.
Tudo isto aconteceu tão rápido que nem dei conta, tudo isto aconteceu sem quase premeditação, tudo aconteceu, para alguns, prematuramente, tudo aconteceu porque tinha de acontecer, aconteceu e continua a acontecer.
Estou a viver de uma maneira diferente á já algum tempo. Se me arrependo? Nada! Não me arrependo e não me parece que me vá arrepender, mesmo que todos me digam que no inicio as coisas possam parecer melhor, no entanto eu sei que apenas depende de mim que esta nova vida continue a ser como tem sido.
Esta nova vida deve-se a uma nova vida, uma vida partilhada, uma vida em que eu sou apenas um, uma vida em que unicamente faz sentido pensar em nós, uma vida com a melhor pessoa que conheço e que tem a mais duradoura paciência para aturar a pessoa "maluca que eu sou".
Para esta pessoa, um muito obrigado por estes dias fantásticos e pela paciência que tens, obrigado por simplesmente fazeres parte da minha vida.
Viver com outra pessoa não é como muitos pensam, viver com outra pessoa é apenas adicionar suplementos á nossa vida, e só será mau se um de nós quiser, o que eu acredito que não acontecerá.
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