11 março, 2011

Lição 1: Como perder amigos

Para começar, há uma coisa simples que todos devemos aprender. Cuidado com aquilo que dizemos. Este é o primeiro conselho para quem gosta realmente de conviver, ter verdadeiros amigo e saber que pode contar com eles assim que necessitar. No entanto, podem sempre optar pela outra via e viverem sozinhos para sempre, revoltados e sem ninguém para vos ajudar, mas acredito que essa seja apenas a escolha de uma minoria das pessoas que vivem neste lindo planeta, e quero mesmo acreditar que estou certo, caso contrário, estamos muito mal.
Pois então o que se passa afinal?! É fácil explicar, o difícil é mesmo entender, mas passo a descrever tudo aquilo a que me refiro.
Partindo do princípio que os amigos, os verdadeiros amigos, vão se construindo, com base na confiança, na convivência diária, na partilha de emoções, pensamentos, vontades, segredos etc., é incompreensível como é que há pessoas que ao fim de algum tempo de amizade com todo este tipo de partilha, conseguem, ou melhor tentam, acabar com uma amizade.
Digo-vos eu, é impossível acabar uma amizade verdadeira sem causar dor a ambas as pessoas, isto falando apenas num caso normal, sem qualquer tipo de acontecimento extraordinário pelo meio, ou seja, quando uma das pessoas envolvidas na dita amizade decide que essa tem de acabar. Ponto um, o que leva uma pessoa destas a tomar tal atitude? Ponto dois, são assim tão estúpidas as pessoas ao ponto de não perceberem que há coisas que por mais que se queira não se esquecem? Ponto três, será que pessoas como estas acham que daqui por uns anos vão olhar para trás e pensar que fariam tudo da mesma maneira?
Não vou responder a estas perguntas pois cada um é dono das suas próprias decisões, portanto podem preferir como bem entenderem.
Quanto á minha pessoa, e assumindo uma atitude critica perante tais factos, devo declarar que me cansa uma sociedade como esta, ou melhor, crianças como estas, porque estas são atitudes de crianças mimadas, sem noção sequer daquilo que estão a decidir. Esta sociedade a que me refiro inscreve-se na facha até aos 20-25 anos e muitas das vezes independentemente da idade que apresentam, têm atitudes que não lembra a muito boa gente. Portanto, meus caros e minhas caras, peço-vos, se algum dia pensarem em tal decisão, por favor tenham bem a noção que se vão arrepender, quer queiram quer não, tal como a pessoa que deu origem a este texto está a esta hora arrependida e assim continuará, sorte para ela que morrerá ainda com isso no pensamento.
Sendo mais especifico e adoptando uma atitude ofensiva descrevo que tal situação se passou comigo e com uma outra pessoa, a qual partilhou três anos da sua vida com a minha pessoa e posto isto decidiu que mais não poderia, não por razão especifica mas por apenas capricho. Não sendo a primeira pessoa a perder um amigo neste mundo, foi sim a primeira pessoa que perdeu a minha amizade.
Proponho-vos assim que se não têm argumentos para tal, não façam por inventar um, porque os verdadeiros prejudicados são vocês.

10 março, 2011

Bons velhos tempos

E estamos praticamente no fim-de-semana, e eu, especialmente esta semana estive muito abaixo do meu normal ciclo literário, peço desculpa àqueles que por ventura poderão esperar por algo meu.
Tenho a certeza que esta é uma fase passageira, no entanto tenho andado preocupado com o rumo deste blog, porque noto um grande desvio entre aquilo que inicialmente foi o intuito de escrever e a actual conjuntura literária. Já por várias vezes me questionei o que tem mudado, se a minha vontade de escrever ou a minha vontade de reclamar.
Confesso que me sentia mais feliz a fazer observações de comportamentos e atitudes de determinadas pessoas da minha vida, o que ultimamente não tem acontecido, já vai longe o tempo do ultimo texto com tal característica. Gostava quando escrevia tais coisas, gostava de escrever para me aliviar, para expressar a minha opinião mesmo que não fosse muito vista.
Apesar de já ter dado algumas voltas á cabeça ainda não percebi qual o problema, talvez ande mais desatento ou então as situações pelas quais reclamava á um ano atrás agora não me dizem nada.
Independentemente de tudo isto, continuo com as minhas ideias fixas, continuo a defender aquilo que acredito com a argumentação minha característica.
Sei que esta também é uma fase difícil por falta de tempo mas penso que em breve vou ganhar um pouco mais de tempo para me dedicar á escrita que tanto me tem aliviado, proponho-me á promessa de voltar aos bons velhos tempos, onde só eu importava, só a minha opinião era a apresentada aqui.
Não que aquilo que escrevo agora não tenha sentido, simplesmente é mais fútil, sem conteúdo, e se há coisa que detesto é escrever algo sem interesse.
Adenda1: A partir de hoje estarei mais atento, reparem-se porque vou voltar em breve com as minhas criticas.

09 março, 2011

Obrigado a todos...


Acabei de cometer uma actividade fraudulenta, mas estou muito arrependido confesso, portanto vou denunciar-me. Vi um selo no blog da Mimi e não resisti a responder aquilo que o selo propõe.
1-Não vivo sem... uma corrida, sem a minha família, sem amigos.
2-Adoro quando... fazem alguma coisa por mim, por mais simples que seja.
3-Gostava de mudar... as pessoas com comportamentos infantis.
4-Musica da minha vida... é "Moments like These" de "Reamonn
5-Lema de vida... O que não me mata, torna-me mais forte.

Ofereço este selo a todos vós, independentemente de serem seguidores ou não, pois todos os dias sou inspirado por pessoa que escrevem textos fantásticos na blogsfera.

Dia da mulher, ontem, hoje e amanha...

Dia oito de Março. Além de dia de carnaval foi especialmente o dia da mulher, o que significa um esforço especial dos homens para satisfazer as suas caras metades, no entanto, e eu sendo uma pessoa sempre do contra, foi um dia quase normal.
Nunca foi pessoa de festejar dias especiais, e já aqui o exprimi muitas vezes (podem apedrejar-me), não é que não dê valor ao significado que esses dias têm, no entanto prefiro, e faço questão, de fazê-lo não durante um dia mas sim sempre que posso.
O dia de ontem não me foi indiferente, como é obvio tenho muito a agradecer ás mulheres pois são elas que me dão as maiores alegrias, começando na minha mãe que sem ela o vosso mundo blogsférico era um pouco mais pobre (risos), passando pelas minha avós que me educaram exemplarmente, as minhas tias que têm sempre alguma coisa para me dar, as minhas primas que apesar de serem poucas são de qualidade, e finalmente aquelas que me aturam por apenas vontade, essas sim são as verdadeiras mulheres, porque apesar de não ser uma pessoa muito chatinha, até tenho os meus momentos, e a diferença entre estas e as mulheres da minha família é que os amigos escolhem-se a família tem-se, ou seja, se me aturam é porque assim o querem, e quanto a isso tenho de agradecer, e por isso o dia de ontem apesar de ser um dia com vinte e quatro horas como qualquer outro é um dia que dedico ás mulheres da minha vida.
Soube bem ter um dia diferente a meio da semana por isso as horas do mesmo têm de ser aproveitadas da melhor maneira, ou seja a descansar.
Depois de uma manhã sossegada na cama, a tarde foi oposta com a confusão das ruas carnavalescas, sempre na companhia de uma mulher, a qual não teve direito a nada em especial a não ser a minha companhia, quanto a isso tenho de me desculpar, mesmo sabendo que ela já me conhece e sabe que sou assim.
O dia foi sempre na companhia um do outro e apesar de ser o dia da mulher, acho que foi eu a pessoa que mais beneficiou (ehehe) foi um dia bem agradável e cheio de emoções. Mais do que um dia para recarregar energias, foi um dia para alegrar a alma.
Foi o dia da mulher mais entusiasmante que tive o qual me fez mudar ligeiramente a minha opinião, por isso: Obrigado a todas as mulheres que fazem parte da minha vida.

08 março, 2011

Que sorte tenho...



Na sequência do último selo publicado, recebi mais um, este oferecido pela Maggie, com o desafio de contar sete coisas sobre mim. Apesar de não ser fácil escolher apenas sete, cá vai:
Nasci em 1987
Cresci em Oliveira de Azeméis.
Estudei artes no secundário onde fiz os melhores amigos.
Licenciei-me em Design Industrial
Mudei-me para Bragança á quase um ano, onde sou designer.
Quero sair de Portugal para continuar a crescer como até agora.
Nunca desisti de nada para alcançar aquilo que quero.
Quanto ás quinze supostas pessoas a quem devia oferecer, eu decidi, excepcionalmente não o vou fazer porque ainda o fiz recentemente, mas fica aqui para quem quiser.