03 março, 2014

Excessos

Um dia acordo e vou achar que há coisas que por muito que pensamos que sabemos e que sejam simples não as conseguimos fazer, esse dia servirá para baixar o excesso de confiança e me tornar mais humilde, contudo nesse mesmo dia serei capaz de reconhecer que não sei tudo e que estou sempre a aprender, nesse dia, quando terminar vou perceber como deveria ter feito e compreenderei onde estava a minha falha.
Por mais que saibamos estamos sempre a aprender, seja com os nossos erros, seja com aquilo que a vida nos dá. 
Eu sou uma pessoa, por vezes, com excesso de confiança, e se por vezes isso pode ser benéfico, já outras alturas que tenho de saber descer do patamar para admitir que não são capaz.
Felizmente a boa educação e a vida modesta que sempre tive enquanto criança e depois o meu percurso académico, fazem-me ter uma perspectiva que penso ser correcta e que até hoje me faz ter orgulho de tudo aquilo que vivi e como vivi. 
Hoje foi o dia!

28 fevereiro, 2014

Questão básica!

Alguém por acaso sabe dizer-me porque é que as pessoas que mandam fazem menos erros dos que as que fazem?

Bem fácil, porque mandam fazer aquilo que não querem fazer e onde a probabilidade de errar é maior. 

É por isso que eu é bem mais fácil mandar do que fazer. Assim até eu!
Detesto pessoas que gostam de mandar em vez de dar o exemplo. 
Eu, prefiro ser eu mesmo a fazer, assim sei sempre quem é o culpado do mau trabalho ou o responsável pelo bom. 
Dizia um professor na faculdade, todos nós, mesmo que saibamos que a culpa de algo ter corrido mal ser nossa, vamos procurar sempre desculpas, seja de uma outra pessoa, seja das condições M que o fizemos, seja da meteorologia etc.. Apartor dessa altura comecei e pensar melhor naquilo que digo e realmente, mesmo sendo inconsciente, também o fazia, é por isso que agora faço o que faço e se o fizer mal não me vou desculpar, mas sim voltar a fazer. 


27 fevereiro, 2014

ITER

Não é segredo que me fascina tudo o que estava ligado com a tecnologia e a ciência, então, um dia destes um anúncio num site da especialidade descubri algo que me deixou boquiaberto mas ao mesmo tempo fascinado com aquilo que é possível fazer. 
O ITER (international thermonuclear experimental reactor), é um reactor nuclear de última geração que pretende, basicamente, criar um pequeno sol, isso mesmo, uma pequena estrela que arderá a mais de 100 milhões de graus celcius, parece muito mas é coisa para não ser ser perigoso.
Como isto é coisa para aquecer um bocado, parece que o digo será desenvolvido dentro de uma máquina que está a ser construída no sul de França, como não existe nenhum material conhecido por nós que aguente esta temperatura, a ideia é criar uma espécie de bolha de vácuo que irá funcionar como escudo de protecção para este experiência.
Achei fascinante a ideia de termos um sol só para nós, mas o objectivo não é reproduzir o luz do sol mas sim utilizar esta luz como fonte de energia renovável e limpa, e segundo os criadores do projecto, barata. 
Já aqui á uns tempos escrevi aqui sobre o CERNE, que é uma experiência de dimensões semelhantes mas com outros fins, e tanto uma como outra me deixaram completamente fascinado pela sua grandiosidade, no entanto no caso deste ultimo, a experiência não tem corrido muito bem e tem estado parado a maior parte do tempo, esperemos que o ITER não siga pelo mesmo caminho até porque a construção já começou e está prevista a sua conclusão no final de 2014, contudo apenas em 2016 começaram as primeiras experiências.
Desculpem o meu entusiasmo por utopias mas sempre me fascinou o desenvolvimento de experiências bizarras .
Resta-nos apenas esperar por novos desenvolvimentos.

25 fevereiro, 2014

Eu tenho dois amores

Percebemos que precisamos mudar de emprego quando mesmo fazendo uma coisa que se gosta se sente uma enorme vontade de fazer outra coisa.
O meu dilema tem sido basicamente este nós últimos tempos e por muito que eu gente lutar contra isso há sempre um pequeno aspecto que me derruba sempre, o facto de quando era pequeno dizer para mim mesmo, não é isto que quero fazer para o resto da minha vida, contudo, a vida prega-nos destas partidas e mesmo depois de ter passado anos a estudar para algo de que gosto e que me realiza, o meu caminho cruzou-se de novo com aquilo que em pequeno me tirava da cama mas férias da escola as 7.30h da manha.
Eu não desgosto do que faço, apenas preferia ter esta actividade como suplemento da minha profissão, mas quando se está num pais diferente onde não se consegue exprimir como se pretende e onde as necessidades falam mais alto do que o orgulho, temos mesmo que engolir alguns sapos.
Eu sempre me considerei uma pessoa multi-disciplinar, e com o passar do tempo reforço essa ideia, mas agora posso dizer que tenho duas profissões, uma que me realiza a cem por cento e outra de que me orgulho.
Um Homem tem de saber ocupar o seu lugar quando é preciso e se neste momento da minha vida sou obrigado a sujar as mão todos os dias, porque não? Além disso, está é a profissão do meu pai, e a ele devo tudo o que sei! Pelo menos trago todos os dias o orgulho das minhas raízes.

24 fevereiro, 2014

"Gaiola dourada"

Ao ver o filme, "Gaiola dourada", o qua achei bastante interessante, questionei-me sobre alguma pontos abordados no dito, visto que agora a minha realidade é em tudo semelhante ao mostrado no grande ecrã. 
Gostei bastante do retrato feito dos emigrantes portugueses, pareceu-me bastante verosímil, contudo em alguns momentos duvidei da quantidade metafórica utilizada, mas apenas em pequenos aspectos. Mas aquilo que mais me marcou foi o retrato feito cotação dos nossos emigrantes por parte dos franceses, percebe-se que nós portugueses somos muito bem vistos não só pela nossa simplicidade e boa disposição mas acima de tudo pelo profissionalismo e pelo bom trabalho, ese antes eu já tinha essa ideia em mente agora acredito ainda mais.
Eu que faço agora parte dessa categoria (emigração), fico contente por poder continuar a mostrar que nós sempre fomos mas continuaremos a ser muito bons naquilo que fazemos, independentemente daquilo que fazemos, seja na construção como mostra o filme, seja nos escritórios, que cada vez mais são ocupados por portugueses nesta nova vaga de emigração, que temos vindo a assistir depois de que o nosso país deixou de ter condições para nos oferecer melhores condições de vida.
Resta-me continuar o bom trabalho feito pelos meus antecedentes.
Para aqueles que estão a pensar emigrar ou que o fizeram recentemente, não se esqueçam de uma coisa, somos e seremos para sempre portugueses, isso só, basta para sermos bons.