Já não me lembro da última vez que escrevi, mas isto tem uma explicação, é que no fundo entre formação inicial de formadores e o excesso de trabalho eu não consigo encontrar cinco minutos que seja para um textinho.
Tenho andado cansado com todas as letras, ou há-de ser pela actividade mental excessiva ou pelo cansaço físico dos últimos dias, a verdade é que não tem sido fácil encontrar uns minutinhos que seja, e isto tudo aliado a uma falta de vida pessoal resulta na pouca criatividade para a critica quotidiana, no entanto vou sentindo saudades de escrever e de ver o que andam vocês fazendo e lá calha, como hoje, reagendar o meu tempo para uma visita relâmpago. Eu continuo vivo e de boa saúde, esta fase tem sido difícil mas esta para breve uma mudança de vida, até lá vou-me aguentando assim… Ate um dia destes!
24 outubro, 2011
06 outubro, 2011
Steve Jobs
“A morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida”. by Steve Jobs
Não precisava de ter dito tal afirmação para ser uma grande pessoa, ele, o ícone da invenção, era mais do que um criador, era uma pessoa fora do comum, não só pela sua visão futurista mas também pela sua vontade de se destacar, não queria apenas ser mais um, queria ser um, e único.
Durante muitos anos marcou pela diferença do seu trabalho e pela diferença da sua naturalidade, durante muitos anos na sua vida profissional não teve concorrente á altura e não deixou de ter a humildade para continuar a ser aquele que sempre foi. Ultimamente houveram alguns que se lhe aproximaram mas nem assim deixou de mostrar o seu valor e mesmo quando apareciam problemas sempre soube responsabilizar-se.
Depois de já, aparentemente, não haver mais nada para fazer ele aparecia com algo novo, e com isso tornou-se o melhor.
Vejo-o como um homem que não conhecia impossíveis e a prova disso é que conseguiu fazer aquilo que mais nenhum fizera antes dele.
A sua história de vida não é um mar de rosas mas tudo aquilo que terá passado foi um impulsionador para aquilo que estava destinado fazer, e mesmo depois do sucesso a sua vida foi marcada mais uma vez por momentos difíceis que culminaram na sua morte física, a morte de um homem que se tornou um ícone e que nunca poderá ser substituído.
Com esta perda o mundo está mais pobre com a sua morte mas apenas temos a agradecer por tudo aquilo que nos deu.
Ao homem que me faz acreditar que mais do que simples pessoas, nós podemos fazer um pouco mais pelo mundo, eu agradeço todo o seu empenho e determinação, agradeço tudo aquilo que nos deixou.
Ao homem que não poderia ter confirmado de outra maneira o amor que tinha por aquilo que fazia se não o morrer após o último lançamento do seu tão grande orgulho, a Apple.
Não há melhor maneira de homenageá-lo se não com aquilo que o caracteriza, seja MAC, IPOD, IPHONE ou IPAD, será impossível alguém esquece-lo.
Rótolos
Actualidade,
Frase do Dia,
Opiniões
25 setembro, 2011
Actualização de estado
Boa noite carissimas(os) seguidores, cá estou eu de novo para fazer actualização de estado, em que me encontro.
Há uns dias escrevi acerca de um trabalho que tenho vindo a realizar, e o primeiro feedback foi que está bem encaminhado, que significa que neste momento estou a trabalhar como freelancer, ainda não tinha experimentado este tipo de estádio profissional mas é algo que com um pouco de prática pode gerar bons resultados (complicado é mesmo mentalizarmo-nos de um horário de trabalho fixo), tenho gostado bastante da maneira como tenho gerido o meu tempo e da motivação que tenho sentido, para além de, como já ter dito, gostar de trabalhar com pressão vejo o meu trabalho valorizado o que me permite estar bem concentrado naquilo que estou a fazer.
Não é minha ideia trabalhar como freelancer, pelo menos para já, pois é algo inconstante e é necessária bastante motivação para se trabalhar, no entanto este trabalho surgiu como uma pré análise á minha maneira de trabalhar, basicamente é como um teste de admissão, que teve a sua avaliação na ultima sexta-feira, e que foi bastante positiva, o que significa que depois deste projecto, será a doer, que é como quem diz, das oito às cinco, mas é coisa para só acontecer para perto do natal, entretanto há que ficar aqui pela terrinha para finalizar algo já começado.
Resumindo, sinto-me como um empregado mas que continua a trabalhar em casa, no entanto há que referir que estou bastante entusiasmado com o novo emprego mesmo que ainda não esteja em funções efectivas, mas tudo se encaminha para tal.
O pequeno senão é mesmo a deslocação que terei de fazer daqui por alguns tempos, pois como tem sido hábito terei de me mudar de novo, desta vez para a capital do móvel o que para vos ser sincero, não me parece o meu local ideal, mas alternativas surgirão, tudo correrá pelo melhor.
Não sei se consegui transmitir o meu entusiasmo através do texto, mas a verdade é que estou mesmo com vontade de começar um novo desafio, e mais uma vez não se pode desperdiçar as oportunidades, caso não tenham percebido mudei também de área de projecto e passarei a realizar mobiliário de habitação, e as primeiras peças estarão em breve realizadas.
Há uns dias escrevi acerca de um trabalho que tenho vindo a realizar, e o primeiro feedback foi que está bem encaminhado, que significa que neste momento estou a trabalhar como freelancer, ainda não tinha experimentado este tipo de estádio profissional mas é algo que com um pouco de prática pode gerar bons resultados (complicado é mesmo mentalizarmo-nos de um horário de trabalho fixo), tenho gostado bastante da maneira como tenho gerido o meu tempo e da motivação que tenho sentido, para além de, como já ter dito, gostar de trabalhar com pressão vejo o meu trabalho valorizado o que me permite estar bem concentrado naquilo que estou a fazer.
Não é minha ideia trabalhar como freelancer, pelo menos para já, pois é algo inconstante e é necessária bastante motivação para se trabalhar, no entanto este trabalho surgiu como uma pré análise á minha maneira de trabalhar, basicamente é como um teste de admissão, que teve a sua avaliação na ultima sexta-feira, e que foi bastante positiva, o que significa que depois deste projecto, será a doer, que é como quem diz, das oito às cinco, mas é coisa para só acontecer para perto do natal, entretanto há que ficar aqui pela terrinha para finalizar algo já começado.
Resumindo, sinto-me como um empregado mas que continua a trabalhar em casa, no entanto há que referir que estou bastante entusiasmado com o novo emprego mesmo que ainda não esteja em funções efectivas, mas tudo se encaminha para tal.
O pequeno senão é mesmo a deslocação que terei de fazer daqui por alguns tempos, pois como tem sido hábito terei de me mudar de novo, desta vez para a capital do móvel o que para vos ser sincero, não me parece o meu local ideal, mas alternativas surgirão, tudo correrá pelo melhor.
Não sei se consegui transmitir o meu entusiasmo através do texto, mas a verdade é que estou mesmo com vontade de começar um novo desafio, e mais uma vez não se pode desperdiçar as oportunidades, caso não tenham percebido mudei também de área de projecto e passarei a realizar mobiliário de habitação, e as primeiras peças estarão em breve realizadas.
21 setembro, 2011
Desafios
Adoro novos e grandes desafios, daqueles em que ganhamos medo de não os conseguir terminar, daqueles que nos faz questionar o nosso valor e daqueles que nos motiva cada vez mais a ultrapassarmos os nossos limites.
Tenho um novo desafio em mãos e se por vezes me questiono sobre a minha capacidade de resolução, depois desses momentos passo a ter uma vontade ainda maior de a ultrapassar.
Gosto de trabalhar sobre pressão, gosto de sentir a ansiedade daquilo que será o final, gosto de ter medo de não me superar, gosto de ver as horas a passar e sentir-me a acelerar, gosto que mostrar aquilo de que sou capaz, mas acima de tudo, gosto que depois de tudo isto seja elogiado pelo resultado final.
Tenho em mãos uns projecto que poderá dar motivo a um possível e bem motivador emprego, mas até lá tenho de encontrar a solução perfeita em pouco mais de uma semana.
Perante a motivação mostrada aceitei sem hesitar o desafio, com o compromisso de que tudo iria estar concluído no tempo revisto. Depois disso irei definir aquilo que será o meu futuro, mas para já é necessário não só que eu goste daquilo que estou a fazer mas acima de tudo que esse trabalho seja igualmente apreciado.
O excesso de trabalho é equiparável à quantidade de motivação, e com alguma determinação aquilo que me foi proposto estará concluído em breve. Até lá, há muito para fazer, portanto, e como as oportunidades são para se aproveitar, não há muito tempo a perder, vemo-nos por aí!
Tenho um novo desafio em mãos e se por vezes me questiono sobre a minha capacidade de resolução, depois desses momentos passo a ter uma vontade ainda maior de a ultrapassar.
Gosto de trabalhar sobre pressão, gosto de sentir a ansiedade daquilo que será o final, gosto de ter medo de não me superar, gosto de ver as horas a passar e sentir-me a acelerar, gosto que mostrar aquilo de que sou capaz, mas acima de tudo, gosto que depois de tudo isto seja elogiado pelo resultado final.
Tenho em mãos uns projecto que poderá dar motivo a um possível e bem motivador emprego, mas até lá tenho de encontrar a solução perfeita em pouco mais de uma semana.
Perante a motivação mostrada aceitei sem hesitar o desafio, com o compromisso de que tudo iria estar concluído no tempo revisto. Depois disso irei definir aquilo que será o meu futuro, mas para já é necessário não só que eu goste daquilo que estou a fazer mas acima de tudo que esse trabalho seja igualmente apreciado.
O excesso de trabalho é equiparável à quantidade de motivação, e com alguma determinação aquilo que me foi proposto estará concluído em breve. Até lá, há muito para fazer, portanto, e como as oportunidades são para se aproveitar, não há muito tempo a perder, vemo-nos por aí!
Rótolos
A minha vida,
Actualidade
15 setembro, 2011
Do medo...
O medo faz parte do ser humano, nunca em caso algum, por mais que tenhamos a certeza de algo, acreditamos que isso é uma certeza absoluta, e por isso estamos a provar um constante medo. É assim em todo o tipo de situações da nossa vida mas principalmente no amor, e é sobre este que vou debruçar o meu pensamento.
Quando nos apaixonamos por alguém passamos a ter dentro de nós um sentimento positivo, que nos transmite alegria e nos deixa uma sensação de imponência mas ao mesmo tempo começa a apoderar-se de nós um receio, um medo que por mais que tentamos não conseguimos remover e o medo de perder alguém de quem gostamos muito passa a ser um dos principais pensamentos nos momentos mais mortos dos nossos dias.
Apesar de o medo ser um sentimento negativo, este pode ser visto como algo de bom, pois quando este existe é sinónimo de que a pessoa pelo qual nutrimos este sentimento nos é efectivamente importante.
Todos aqueles que já se encontraram apaixonados de certeza que sentiram tal emoção, e não será mentira afirmar que nem mesmo com o confirmar da continuidade da vontade antes mostrada, por parte do outro envolvente da relação, este medo desaparece.
Para piorar a situação existem por vezes momentos em que o medo ganha uma aliada para assim reforçar todo negativismo que sentimos, estou a falar obviamente da saudade. É com a saudade que nos questionamos sobre tudo e todos, sobre os grandes e os pequenos momentos, sobre aquilo que sentimos e aquilo que nos mostram sentir.
No entanto, pode-se dizer que nos falta a todos uma boa dose de bom senso, desta feita para nos colocarmos do outro lado da barricada, pois, se nós sentimos medo e receio a outra pessoa sente o mesmo, e por muito que nos esforçamos, nunca vão haver palavras para descrever aquilo que sentimos por um outro ser, quanto às acções, também, por vezes elas são insuficientes, resta-nos acreditar naquilo que realmente sentimos.
Quando nos apaixonamos por alguém passamos a ter dentro de nós um sentimento positivo, que nos transmite alegria e nos deixa uma sensação de imponência mas ao mesmo tempo começa a apoderar-se de nós um receio, um medo que por mais que tentamos não conseguimos remover e o medo de perder alguém de quem gostamos muito passa a ser um dos principais pensamentos nos momentos mais mortos dos nossos dias.
Apesar de o medo ser um sentimento negativo, este pode ser visto como algo de bom, pois quando este existe é sinónimo de que a pessoa pelo qual nutrimos este sentimento nos é efectivamente importante.
Todos aqueles que já se encontraram apaixonados de certeza que sentiram tal emoção, e não será mentira afirmar que nem mesmo com o confirmar da continuidade da vontade antes mostrada, por parte do outro envolvente da relação, este medo desaparece.
Para piorar a situação existem por vezes momentos em que o medo ganha uma aliada para assim reforçar todo negativismo que sentimos, estou a falar obviamente da saudade. É com a saudade que nos questionamos sobre tudo e todos, sobre os grandes e os pequenos momentos, sobre aquilo que sentimos e aquilo que nos mostram sentir.
No entanto, pode-se dizer que nos falta a todos uma boa dose de bom senso, desta feita para nos colocarmos do outro lado da barricada, pois, se nós sentimos medo e receio a outra pessoa sente o mesmo, e por muito que nos esforçamos, nunca vão haver palavras para descrever aquilo que sentimos por um outro ser, quanto às acções, também, por vezes elas são insuficientes, resta-nos acreditar naquilo que realmente sentimos.
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