A minha vida divide-se em pessoas que me são indiferentes e pessoas que não consigo esquecer.
A vida dá definitivamente muitas voltas, muitas vezes não somos capazes de acompanhar todas essas voltas e quando assim é ficamos com dúvidas do que é correcto ou não, essa falta de capacidade de evoluir consoante as mutações da vida é o que nos torna mais fortes e capazes de lidar com os arrependimentos.
Muitas pessoas já passaram pela minha vida e todas elas me deixaram uma marca, todas essas pessoas independentemente do tempo que se fizeram cruzar comigo todas ganharam um espaço na minha memoria, mas no entanto como em tudo na vida existem algumas diferenças entre essas mesmas pessoas. Algumas delas desapareceram da minha vida e quase não lhes sinto falta do rasto, outras por sua vez, não consigo esquecer, essas são aquelas pessoas que por muito que a vida dê muitas voltas acabam sempre por voltar e eu acabo sempre por sentir falta das mesmas.
Por vezes somos obrigados a perder o contacto com algumas pessoas que nos são importantes e nesses casos é muito difícil lidar com a falta que sentimos dessas mesmas pessoas, eu posso afirmar que não sou muito bom neste tipo de acontecimentos e apenas assumo a perda de uma pessoa quando esta morre, e mesmo estas deixam sempre um sentimento que nunca será preenchido.
Relativamente a pessoas vivas e que me são importantes eu não consigo desvincular-me delas, por muito que fosse bem mais fácil por vezes, eu prefiro manter o contacto amigável por muito que isto custe, mas assumo que sou apologista de enfrentar os problemas da vida de cabeça e de preferência bem erguida.
Não é fácil perder uma pessoa muito menos quando esta nos é tão importante e por vezes vemos as pessoas dificultarem essas perdas, o que não faz sentido, pois uma vez implantadas na memória, é impossível apagar aquilo que se sente e aquilo que se viveu, assim a todos nós resta-nos enfrentar aquilo que temos como uma maneira mais fácil de encarar os problemas e quem sabe esses mesmos problemas não são apenas ilusórias incertezas.
09 maio, 2011
05 maio, 2011
Já lá vão 400
Para quem me segue há já algum tempo sabe que este blog já teve melhores dias no que á inspiração diz respeito, mas é algo que não consigo controlar e ultimamente a minha vida não tem dado guião para um filme de acção, começo a desconfiar que com o desaparecimento no principal motivo para a criação deste blog, também a inspiração para tais textos se foi.
No entanto não podia deixar de marcar este texto como mais uma barreira que não imaginava alcançável quando comecei este espaço, este é o texto quatrocentos e apesar de os últimos cem não me deixarem tão orgulhoso como os primeiros, mas todos eles são escritos seguindo as minha ideologias e tudo aquilo que acho correcto, e isso é o que mais importa.
Confesso que não tenho perdido muito tempo com o meu blog, mas a mesma página está aberta durante todo o dia o que significa que eu sigo todos os vossos textos, tenho a dizer-vos que não passa um texto de um meu seguidor que me eu não veja.
Este blog foi criado para exprimir algumas ideologias que senti reprimidas dentro de mim e agora vejo que essas ideologias não estão mais disponíveis para serem expressadas, não porque não sinta por vezes necessidade mas porque muitas vezes sou invadido por uma falta expressividade de pensamentos. Já por diversas vezes me senti de tal maneira mas sempre estas passaram em pouco tempo, esta fase tem sido mais duradoura. A minha persistência também não tem sido a melhor mas por vezes não me sinto com coragem para enfrentar um espaço em branco.
E prontos, a modos que está já feito o registo dos quatrocentos textos, e aqui fica a minha palavra que daqui para a frente vou enfrentar as minhas agonia de outra maneira e com certeza melhores textos virão...
No entanto não podia deixar de marcar este texto como mais uma barreira que não imaginava alcançável quando comecei este espaço, este é o texto quatrocentos e apesar de os últimos cem não me deixarem tão orgulhoso como os primeiros, mas todos eles são escritos seguindo as minha ideologias e tudo aquilo que acho correcto, e isso é o que mais importa.
Confesso que não tenho perdido muito tempo com o meu blog, mas a mesma página está aberta durante todo o dia o que significa que eu sigo todos os vossos textos, tenho a dizer-vos que não passa um texto de um meu seguidor que me eu não veja.
Este blog foi criado para exprimir algumas ideologias que senti reprimidas dentro de mim e agora vejo que essas ideologias não estão mais disponíveis para serem expressadas, não porque não sinta por vezes necessidade mas porque muitas vezes sou invadido por uma falta expressividade de pensamentos. Já por diversas vezes me senti de tal maneira mas sempre estas passaram em pouco tempo, esta fase tem sido mais duradoura. A minha persistência também não tem sido a melhor mas por vezes não me sinto com coragem para enfrentar um espaço em branco.
E prontos, a modos que está já feito o registo dos quatrocentos textos, e aqui fica a minha palavra que daqui para a frente vou enfrentar as minhas agonia de outra maneira e com certeza melhores textos virão...
04 maio, 2011
Oportunidades
Maria Aragon. Poucos conhecem este nome no nosso país, no entanto esta pequena pessoa é inquestionavelmente uma pessoa muito conhecia além atlântico.
E quem é ela? Esta menina, sim tem apenas dez anos e á dois meses atrás realizou um vídeo caseiro que posteriormente foi publicado no youtube pela sua irmã, esse vídeo era um cover da musica da Lady Gaga, Born This Way.
Até aqui tudo muito normal, não fosse o vídeo ter chegado ao conhecimento da autora e esta se ter entusiasmado com tal vídeo, ao ponto de convidar a pequena cantora a actuar com ela no concerto que daria em Toronto uns dias mais tarde.
Escusado será dizer que o vídeo já atingiu os trinta e um milhões de visitas no youtube, e a sua autora chegou a uma celebridade, desde participar em programas de rádio e ser convidada para programas de entretenimento televisivo.
Eu vi alguns dos seus vídeos e tenho de dizer que a rapariga tem sem duvida muito talento e uma voz fantástica, não me parece que tenha sido uma má influencia a musica da senhora Gaga.
O motivo deste texto é mostrar a minha admiração por aquelas pessoas que procuram aquilo que sempre desejaram, mesmo que conhecer a Lady Gaga não tenha sido a sua intenção, esta mini cantora tem feito muito por aquilo que gosta, a musica, e isso é algo que deve ser enfatizado.
Ela tem dez anos e já canta desde os três, e se isto não é dedicação, eu não conheço mais nenhuma razão.
Por vezes vejo pessoas sem o mínimo de objectivos na vida e isso é do mais aborrecido que pode haver, viver sem motivo, quanto a mim seria impossível viver de tal maneira que me considero uma pessoa com muitos objectivos, e por isso dou valor a esta criança que mesmo ainda não sabendo o valor dos desafios, tem tido uma conduta exemplar e tem sabido aproveitar as oportunidades
E quem é ela? Esta menina, sim tem apenas dez anos e á dois meses atrás realizou um vídeo caseiro que posteriormente foi publicado no youtube pela sua irmã, esse vídeo era um cover da musica da Lady Gaga, Born This Way.
Até aqui tudo muito normal, não fosse o vídeo ter chegado ao conhecimento da autora e esta se ter entusiasmado com tal vídeo, ao ponto de convidar a pequena cantora a actuar com ela no concerto que daria em Toronto uns dias mais tarde.
Escusado será dizer que o vídeo já atingiu os trinta e um milhões de visitas no youtube, e a sua autora chegou a uma celebridade, desde participar em programas de rádio e ser convidada para programas de entretenimento televisivo.
Eu vi alguns dos seus vídeos e tenho de dizer que a rapariga tem sem duvida muito talento e uma voz fantástica, não me parece que tenha sido uma má influencia a musica da senhora Gaga.
O motivo deste texto é mostrar a minha admiração por aquelas pessoas que procuram aquilo que sempre desejaram, mesmo que conhecer a Lady Gaga não tenha sido a sua intenção, esta mini cantora tem feito muito por aquilo que gosta, a musica, e isso é algo que deve ser enfatizado.
Ela tem dez anos e já canta desde os três, e se isto não é dedicação, eu não conheço mais nenhuma razão.
Por vezes vejo pessoas sem o mínimo de objectivos na vida e isso é do mais aborrecido que pode haver, viver sem motivo, quanto a mim seria impossível viver de tal maneira que me considero uma pessoa com muitos objectivos, e por isso dou valor a esta criança que mesmo ainda não sabendo o valor dos desafios, tem tido uma conduta exemplar e tem sabido aproveitar as oportunidades
03 maio, 2011
Resumo
Dias de azafama! Esta minha vida, ou melhor a falta dela está a dar cabo da minha sanidade mental.
Uma pessoa já não tem um nível aceitável de socialização e depois ainda há quem se lembre de me dar algo mais para fazer, e com isto refiro-me a este acontecimento.
Depois de toda aquela tragédia, claro está, que tenho andado numa roda viva em busca da resolução, e isto é coisa que as companhias de seguros e os culpados doas acidentes não contabilizam. Porque uma coisa é a cobertura dos danos materiais, no entanto existe sempre os danos psicológicos que apesar de não serem difíceis de resolver, não deixam de ser um incómodo.
Contudo, parece que a resolução está próxima, ou pelo menos assim parece, daqui por alguns minutos o carro vai para a oficina e espero não ficar sem ele por muito tempo, no entanto as previsões são até sexta-feira, o que não é nada animador visto que já não me dou sem carro.
Durante o fim de semana muitos foram os que me perguntaram que tinha eu andado a fazer ao meu lindo carro, ao que não tardava a responder que a aselhice era de alguém desta terra.
Não gosto de andar com o carro com um risco que seja, sinto-me mal, eu admito, não é nada bom, e desta vez não há como esconder, o meu carro anda sem pára-choques e os olhares são muitos, acontece que isso não me agrada muito, mas ao ver esses mesmos olhares vinha-me o pensamento á cabeça, "deviam ter vergonha por alguém da vossa terra ter feito tal sinistro de forma inexplicável".
Não é nada que não se resolva, com uns dias de abstinência locomotiva, mas estar sem carro é uma sensação de incapacidade perante uma possível necessidade, esperemos que essa necessidade não chegue a existir.
Para finalizar espero que desta vez não volte á oficina tão cedo, mas se assim for que seja por culpa de alguém que me consiga destruir o carro de uma vez, começo a sentir que já reparei vezes demais.
Uma pessoa já não tem um nível aceitável de socialização e depois ainda há quem se lembre de me dar algo mais para fazer, e com isto refiro-me a este acontecimento.
Depois de toda aquela tragédia, claro está, que tenho andado numa roda viva em busca da resolução, e isto é coisa que as companhias de seguros e os culpados doas acidentes não contabilizam. Porque uma coisa é a cobertura dos danos materiais, no entanto existe sempre os danos psicológicos que apesar de não serem difíceis de resolver, não deixam de ser um incómodo.
Contudo, parece que a resolução está próxima, ou pelo menos assim parece, daqui por alguns minutos o carro vai para a oficina e espero não ficar sem ele por muito tempo, no entanto as previsões são até sexta-feira, o que não é nada animador visto que já não me dou sem carro.
Durante o fim de semana muitos foram os que me perguntaram que tinha eu andado a fazer ao meu lindo carro, ao que não tardava a responder que a aselhice era de alguém desta terra.
Não gosto de andar com o carro com um risco que seja, sinto-me mal, eu admito, não é nada bom, e desta vez não há como esconder, o meu carro anda sem pára-choques e os olhares são muitos, acontece que isso não me agrada muito, mas ao ver esses mesmos olhares vinha-me o pensamento á cabeça, "deviam ter vergonha por alguém da vossa terra ter feito tal sinistro de forma inexplicável".
Não é nada que não se resolva, com uns dias de abstinência locomotiva, mas estar sem carro é uma sensação de incapacidade perante uma possível necessidade, esperemos que essa necessidade não chegue a existir.
Para finalizar espero que desta vez não volte á oficina tão cedo, mas se assim for que seja por culpa de alguém que me consiga destruir o carro de uma vez, começo a sentir que já reparei vezes demais.
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